quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Trabalhadores têm até hoje para sacar abono do PIS-Pasep

Aproximadamente 1 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício l Foto: Divulgação
Termina nesta quarta-feira, 31,  o prazo para trabalhadores sacarem o abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), ano-base 2014.

Segundo o Ministério do Trabalho, cerca de 1 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício, disponível nas agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.

O abono tem o valor de um salário mínimo, R$ 880. Podem receber a quantia os trabalhadores que tiveram a carteira assinada por pelo menos 30 dias e receberam até dois salários mínimos em 2014.

Consulta
Para saber se tem direito ao abono, o trabalhador deve ligar para o número 158, do Ministério do Trabalho. Também é possível obter informações na Caixa ou no Banco do Brasil, pelos números 0800 726 0207 e 0800 729 0001.

Para consultar pela internet, é preciso acessar o site do Ministério do Trabalho e clicar no banner Abono Salarial, localizado na parte superior da tela. No local, é possível visualizar a lista dos trabalhadores que ainda não fizeram o saque, dividida por estado e município e em ordem alfabética.

A página abonosalarial.mte.gov.br oferece a consulta por meio do número do PIS/Pasep ou do CPF e da data de nascimento.

Sem ‘pedalada’, rombo em contas do governo cresce 140% em julho

Foto: Divulgação
O déficit nas contas do governo federal chegou a R$ 18,6 bilhões em julho. De acordo com a Folha de S. Paulo, esse valor representa aumento de 140% em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com o desconto da inflação. O valor alto seria reflexo do pagamento semestral de subsídios para bancos públicos, que no mês passado representou menos R$ 9,2 bilhões nos cofres públicos. A publicação aponta que o governo adotou uma nova regra de pagamentos realizados duas vezes por ano para acabar com as chamadas “pedaladas fiscais”. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Tesouro Nacional, o déficit acumulado em 12 meses, até julho deste ano, já alcançava R$ 163,3 bilhões. O valor é R$ 10 bilhões mais alto que o verificado até junho e bem próximo ao déficit máximo autorizado pelo Congresso Nacional para este ano, de R$ 170,5 bilhões.


REQUIÃO ALERTA: PREPAREM-SE PARA UMA GUERRA CIVIL

Roberto Requião (PMDB-PR)
“As senhoras e os senhores estão preparados para a guerra civil? Não? Entrincheirem-se, então, porque o conflito é inevitável. O povo brasileiro, que provou por alguns poucos anos, o gosto da emergência social não retornará submissamente à senzala”. A advertência foi feita nesta terça-feira (30), pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), em seu pronunciamento no Senado Federal durante o julgamento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo Requião, as propostas defendidas por aqueles que querem a derrubada de Dilma representam uma combinação explosiva de entreguismo com medidas contra os aposentados, os assalariados, os mais pobres, contra direitos e conquistas populares, que alimentam as contradições de classe e, em consequência, a luta de classes.

“Se as senhoras e os senhores concordam com a redução do Brasil a um medíocre estado associado, outro Porto Rico, que se sintam servidos. Não será a primeira vez que os abutres e os corvos caem sobre o nosso país, retalhando-o, estraçalhando-o, sugando-o”, acrescentou o senador, que repetiu as palavras que Tancredo Neves dirigiu contra Moura Andrade que declarou vaga a presidência com João Goulart ainda em território nacional, consumando o golpe de 64: “Canalha! Canalha! Canalha!”, repetiu, dirigindo-se a Aécio Neves, neto de Tancredo, e aos demais senadores que querem derrubar a presidenta da República.

“As intenções do vice que quer ser titular são claras, solares”, emendou Requião:

– Desvincular o reajuste das aposentadorias e pensões do aumento do salário mínimo. Será a destruição do maior instrumento de distribuição de renda do país, que é a Previdência Social. Se pensões e aposentadorias não mais acompanharem o aumento do salário mínimo vai ser um massacre contra mais de 20 milhões de brasileiros.

– Rever direitos e garantias sociais acumulados ao longo dos últimos 80 anos, especialmente direitos e garantias previstos na CLT. Impor, como pedra de toque dessa revisão, o negociado sobre o legislado.

– Eliminar tímidas conquistas na área da igualdade de gênero.

– Congelar por inacreditáveis 20 anos as despesas correntes e de investimento da União, excetuando-se as despesas financeiras com o serviço da dívida pública. Ou seja: congelar por duas décadas as despesas com saúde, educação, segurança pública, saneamento, infraestrutura, habitação, mas garantir o pagamento de juros.

– Privatização em regra e alienação radical de todo o patrimônio energético, mineral, florestal, agrário, territorial, hídrico, fabril, tecnológico e aéreo do Brasil. Depois da entrega do pré-sal, da venda de terras para os estrangeiros, querem entregar até mesmo o Aquífero Guarani, a maior reserva de água potável do planeta.

(Brasil 247)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

IBGE: Brasil já tem 206 milhões de habitantes

A Bahia é um dos cinco estados mais populosos com 15,28 milhões de habitantes l Agência Brasil
O Brasil tem 206,08 milhões de habitantes, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estimativas publicadas no Diário Oficial da União indicam que o país tinha, em 1º de julho deste ano, 206.081.432 habitantes. No ano passado, a população era de 204.450.649.

São Paulo, o estado mais populoso do país, tem 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (16,63 milhões), Bahia (15,28 milhões), Rio Grande do Sul (11,29 milhões) e Paraná (11,24 milhões).

População dos estados

Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,7 mil).

As demais unidades da Federação têm as seguintes populações: Pernambuco (9,41 milhões), Ceará (8,96 milhões), Pará (8,27 milhões), Maranhão (6,95 milhões), Santa Catarina (6,91 milhões), Goiás (6,69 milhões), Paraíba (4 milhões), Amazonas (4 milhões), Espírito Santo (3,97 milhões), Rio Grande do Norte (3,47 milhões), Alagoas (3,36 milhões), Mato Grosso (3,3 milhões), Piauí (3,21 milhões), Distrito Federal (2,98 milhões), Mato Grosso do Sul (2,68 milhões), Sergipe (2,26 milhões), Rondônia (1,79 milhão) e Tocantins (1,53 milhão).

(A Tarde)

PRE/BA recomenda que órgãos públicos fiscalizem atos de campanhas nas repartições

Em caso de descumprimento, multa pode chegar até R$ 106.410,00
A Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia (PRE/BA) recomendou, na sexta-feira (26.8.16), aos dirigentes de órgãos públicos que não pratiquem ou permitam atos de campanha eleitoral em suas repartições. De acordo com a recomendação, os representantes legais dos órgãos devem adotar medidas a fim de coibir o uso das instalações públicas para atos de campanha eleitoral por candidatos, inclusive aqueles que são funcionários públicos. Recomendou-se também que as autoridades não autorizem a realização de qualquer ato similar, de natureza coletiva, por parte de servidores públicos. O procurador Regional Eleitoral na Bahia, Ruy Mello, e o procurador Regional Eleitoral substituto, Cláudio Gusmão, apontam que as medidas estão fundamentadas nos artigos 37 e 73 da Lei nº 9.504/97 (Lei das Eleições) e visam a garantir a igualdade de oportunidades entre candidatos. Em caso de descumprimento, a mesma lei prevê aplicação de multas, que podem variar entre R$ 2.000,00 a R$ 106.410,00, além da cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado, a depender da situação. As condutas irregulares serão comunicadas ao Ministério Público Eleitoral, que adotará as medidas cabíveis para apuração dos fatos e punição dos envolvidos. 

Bonner e Fátima Bernardes anunciam fim do casamento

© TV Globo
Um dos casais mais admirados da TV brasileira, William Bonner e Fátima Bernardes anunciaram, nesta segunda-feira (29), que estão se separando.

Os jornalistas anunciaram a triste novidade através de seus respectivos perfis no Twitter. Uma mensagem padrão foi divulgada nas contas dos funcionários da TV Globo no microblog.

"Em respeito aos amigos e fãs que conquistamos nos últimos 26 anos, decidimos comunicar que estamos nos separando. Continuamos amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis. É tudo o que temos a declarar sobre o assunto. Agradecemos a compreensão, o carinho e o respeito de sempre. Fátima e William", diz o comunicado.

Rumores de que o relacionamento de Bonner e Fátima não ia bem começaram a circular no começo do ano, mas eles nunca comentaram o assunto em público.

A dupla começou a namorar em 1989 após se aproximarem nos bastidores do "Jornal Nacional" onde trabalhavam como repórteres. Os veteranos se casaram em menos de um ano.

Em 1997, Fátima deu à luz aos trigêmeos do casal: Laura, Vinícius e Beatriz. Ao voltar da licença-maternidade, passou a dividir a banca do "JN" com o marido até 2011 quando trocou o Jornalismo pelo entretenimento.

(msn)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Julgamento de Dilma: Ideólogos das “pedaladas” saem chamuscados

Foto: Reprodução
O primeiro dia do julgamento da presidente Dilma confirmou a natureza do processo: foi calculadamente fundado em acusações técnicas e vem sendo conduzido por um discurso que não permite à população entender de quê mesmo a presidente é acusada. Seus defensores, entretanto, conseguiram ontem uma vitória moral e política importante com a desqualificação das duas primeiras testemunhas de acusação. A primeira, o procurador de contas Julio Marcelo, autor da representação contra o governo em 2014, da qual originou-se o conceito de “pedaladas fiscais”, foi rebaixado à condição de informante, por conta de sua postura militante contra o governo Dilma, revelada em redes sociais. Já o auditor federal do TCU, Antonio Carlos Costa D'Ávila, confirmou, em resposta ao senador Randolfe Rodrigues, que auxiliou o procurador a elaborar sua representação, que depois gerou uma auditoria coordenada por ele mesmo. “Isso é estarrecedor. É como se o juiz auxiliasse o advogado a escrever a petição que irá julgar!”, resumiu o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo.

A confissão, que depois ele tentou consertar, dizendo ter apenas lido a petição, como especialista que é no assunto, deve gerar uma ação da defesa contra esta “dobradinha” eticamente discutível, que viola os códigos de conduta tanto do Ministério Público como do TCU. O que Cardozo e os senadores que apoiam Dilma conseguiram ontem, com as intervenções de Vanessa Grazziotin, Gleisi Hoffmann, Lindberg Farias, Kátia Abreu, Jorge Viana e outros mais, além de Randolfe, foi a caracterização das “pedaladas” como uma criação conceitual destinada a fundamentar uma acusação contra Dilma. Ainda que nenhum voto seja virado, Julio Marcelo e D'Ávila, depois da sessão de ontem, passarão à História como os “construtores” ideológicos do “crime”. Desta construção se apropriaram os advogados Janaina Paschoal e Reale Júnior, aliciando Helio Bicudo, para apresentar o pedido de impeachment acolhido por Eduardo Cunha depois que o PT decidiu votar a favor da abertura de seu processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara.

A ideia de que o governo Dilma pedalava para maquiar as contas tomou forma na auditoria decorrente da representação do procurador, coordenada pelo auditor. Os resultados foram sendo passados para a imprensa econômica e em breve a expressão “pedaladas” popularizou-se e começou a pautar o debate econômica. D'Ávila, nesta época, chegou a ser chamado de “caçador de pedaladas”. A ocorrência da “dobradinha” entre eles, entretanto,  só foi conhecida ontem, a partir da resposta à pergunta do senador Randolfe. Foi esta construção, e a cunhagem de uma expressão de mais fácil compreensão -  e não um suposto caos fiscal - que gerou a crise de desconfiança, acusou Cardozo ao final da sessão. No final, o auditor deixou sem resposta uma boa pergunta de Cardozo: Assim como ele “ajudou” o procurador na representação apenas por ser especialista, teria palpitado também sobre a defesa de Dilma na auditoria, se Cardozo, que a elaborou juntamente com a AGU, tivesse solicitado? D'Ávila fez rodeios verbais e não respondeu. Claro que não, seu negócio naquele tempo era fortalecer sua criação teórica, a ideia das pedaladas como crime.

O que prevaleceu ontem foi o discurso tecnicista que bem convém a um processo que exclui o povo e constitui o que foi definido pelo historiador José Honorio Rodrigues como uma “pactuação por cima!”, prática recorrente das elites brasileiras. Os dois técnicos repetiram à exaustão a tese central da acusação: Dilma violou a Lei de Responsabilidade Fiscal ao atrasar, em 2015, repasses devidos pelo Tesouro ao Banco do Brasil pelos empréstimos com juros subsidiados do Plano Safra. Isso caracterizou operações de crédito, vedadas pela lei. Ela não pode responder pelo ocorrido em 2014, ano que faz parte de mandato já encerrado, mas nele as pedaladas envolveram outras políticas públicas e os atrasos foram mais vultosos. A revelação do descalabro, disseram ambos, minou a credibilidade econômica do governo, gerando a crise econômica.  

Este discurso aparentemente lógico foi bombardeado pelos senadores pró-Dilma em seguidas intervenções, com questionamentos já conhecidos e que, mais uma vez não foram respondidos. Ou o foram com evasivas. Por exemplo:

- Por que então os governos do passado, que adotaram as mesmas práticas, não foram denunciados? O TCU então prevaricou?

- O que acontecerá com os 17 governadores pedalantes da atualidade?

- Qual o critério para distinguir uma “operação de crédito”? Ambos disseram que as do passado não podem ser consideradas como tal. O senador Anastasia, relator na comissão especial, afirmou que era o montante de recursos, muito maior no governo Dilma. Não, disseram eles, é o tempo de atraso. Não conseguiram, entretanto, definir com precisão a partir de quanto tempo de atraso a pedalada vira operação de crédito. Para Anastasia, um prazo médio de seis meses. Segundo D'Ávila, tal prazo deve seguir “a lógica intrínseca do Plano Safra”. Entendeu? Nem eu.

- Em relação às pedaladas a presidente não teve qualquer participação direta. E no entanto, se foi crime, ela não teve cúmplices? Não há outros responsáveis a serem punidos? Se o julgamento fosse jurídico e técnico, e não político, se as cartas não estivessem marcadas, muitos senadores teriam reconsiderado ontem a decisão de votar pelo condenação de Dilma, tão fortes foram a fragilidades expostas da acusação.

E tal fragilidade era reiterada pela demonstração de uma ignorância oceânica sobre o tema pela advogada Janaína Paschoal, com suas perguntas rasas ao informante e à testemunha. Eles mesmos tiveram que corrigir suas gafes, explicando, por exemplo, que “cortes” em 2014 não teriam afetado a execução orçamentária de 2015, como ele deu a entender que supunha. Quis saber quantos órgãos foram envolvidos em pedaladas quando todo mundo sabe que, em 2015, o governo só ficou inadimplente no caso do Plano Safra. Fez outras perguntas tolas demais para quem está ajudando a derrubar uma presidente da República com seu pedido de impeachment baseado no assunto que conhece tão pouco.

Hoje, o circo continua.

(Brasil 247/Tereza Cruvinel)

Jequié: PM prende bandido que agia no Joaquim Romão

Rafael agia no Bairro Joaquim Romão l Foro: Divulgação
A polícia militar prendeu em flagrante o senhor Rafael Souza Santos, autor de vários roubos na região do Bairro Joaquim Romão. A vítima P. T. B., que teve o seu celular e bolsa roubados, comunicou o fato aos policiais da PETO. O marido de uma das vítimas seguiu o criminoso até a uma residência, informando aos policiais a sua localização. Na casa foram encontrados os objetos roubados por Rafael, dentre eles, os policiais encontraram, bolsas, celulares e a quantia de R$ 160,00, a moto que ele usava também foi identificada, uma CG 150, placa PJN 1904. Autor e vítimas foram conduzidos até a Delegacia de Polícia e a motocicleta foi apreendida. Já na DP, as vítimas fizeram o reconhecimento do autor dos roubos.



Cidade da BA tem maior nº de mortes por arma de fogo no país, diz pesquisa

Imagem: Reprodução
A cidade de Mata de São João, na região metropolitana de Salvador, é o município com maior índice de mortes por arma de fogo do país, entre os anos de 2012 e 2014. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Mapa da Violência.

Por meio de nota, a Secretária de Segurança Pública (SSP) disse que existe um conflito de dados desta pesquisa com as informações do sistema nacional de informações de segurança pública.

Na nota, a SSP diz que "não confirma se os procedimentos adotados pelas secretarias municipais de saúde da Bahia são iguais aos das outras cidades brasileiras, e destaca a falta de padronização no preenchimento dos formulários encaminhados para o DATASUS [departamento de informática do Sistema Único de Saúde, reponsável por coletar, processar e disseminar informações sobre saúde]".

Segundo dados do mapa da Violência, Mata de São João possui uma média de 102 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto o índice considerado tolerável pela Organização das Nações Unidas (ONU) é de 10 homicídios por arma de fogo a cada 100 mil habitantes.

Na lista das dez cidades com os maiores índices de morte por arma de fogo, três municípios baianos estão incluídos, os três na região metropolitana de Salvador: Simões Filho, (91,4), na 8° posição; Pojuca na 9° (87,3) e Lauro de Freitas (85,9) ocupa a 10° posição.

Itabuna e Porto Seguro, ambas no sul do estado, também estão na lista e ocupam a 13° e a 14° posição. Das 3.084 cidades pesquisadas, Salvador está na posição 150. A capital baiana diminuiu de 1.367, em 2012, para 1.102 homicídios por arma de fogo, em 2014.

Em relação à Bahia, o estado tinha 1.590 homicídios e ocupava o 15° lugar em 2004. Em 2014, o estado registrou 4.441 mortes por arma de fogo, e subiu para o 8° lugar na lista.

(com informações do G1)

Filho de Bolsonaro passa mal em debate; Jandira é impedida de socorrer

Foto: Reprodução / YouTube
Candidato do PSC à prefeitura do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (RJ), passou mal durante o segundo bloco do debate realizado na noite desta quinta-feira (25) na TV Band Rio. Em seu momento de responder a uma pergunta, ele começou a tremer e oscilar, sendo segurado pelos concorrentes Jandira Feghali (PCdoB) e Carlos Osório (PSDB). Após perceber que Flávio passava mal, o apresentador encerrou o bloco e chamou os comerciais. Segundo informações do jornal Extra, Jandira, que é médica, chegou a tentar socorrê-lo, mas foi impedida pelo pai do postulante, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-Rio), seu adversário político. “Flávio Bolsonaro acaba de passar mal no debate. Como médica tentei socorre-lo, mas o pai negou. A que ponto chegamos. #DebateBandRio”, postou a comunista em sua conta no Twitter. Na volta do intervalo, a deputada relatou aos telespectadores o que ocorreu. "Não gostaria de terminar essa resposta sem denunciar o que aconteceu no intervalo", disse Jandira. "O deputado Flavio Bolsonaro passou mal e eu me ofereci como médica para ajudá-lo. Mas o pai dele, Jair Bolsonaro, disse que ele não precisava dos meus cuidados". A Band informou em seu perfil no Facebook que Flávio não retornaria após ter passado mal. Presente no debate, a colunista do Extra, Berenica Seara, publicou em seu perfil no Twitter o que ocorreu durante os bastidores. “Bate-boca no palco. "Isso é distúrbio", disse @jandira_feghali a @jairbolsonaro, que impediu o atendimento de @FlavioBolsonaro”, citou. “ ‘Ela vai dar estricnina para o meu filho’, disse @jairbolsonaro, ao impedir @jandira_feghali de atender @FlavioBolsonaro. #DebateBandRio’, relatou Berenice em outro tweet.  " ‘Fascista, réu por estupro’, reagiu @jandira_feghali, quando @jairbolsonaro a impediu de atender @FlavioBolsonaro. #DebateBandRio”. Veja o momento em que Flávio Bolsonaro passou mal durante o debate: 

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Só escravidão deve superar moto em destruição social, diz o sociólogo Eduardo Vasconcellos

Foto: Leticia Moreira | Folhapress
“É difícil encontrar na história do Brasil, fora a escravidão, um fenômeno social tão destrutivo quanto a motocicleta”, afirma o engenheiro e sociólogo Eduardo Alcântara Vasconcellos, especialista na análise de dados sobre o trânsito nas cidades. Autor do livro recém-lançado “Risco no trânsito, omissão e calamidade” (ed. Annablume), Vasconcellos se refere às mortes registradas em acidentes de motos. Em 2015, 74% dos pedidos de indenização por morte ou invalidez no trânsito de São Paulo se originaram de acidentes com motocicletas, que representam apenas 19% da frota de veículos no Estado.  Desde a introdução da motocicleta no Brasil, pelo menos 220 mil pessoas morreram e 1,6 milhão ficaram permanentemente inválidas devido a quedas e colisões com as motos, totalizando 1,8 milhão de acidentes. Os dados integram uma radiografia feita por Vasconcellos no livro. Em 300 anos de escravidão no Brasil, estima-se que cerca de 640 mil negros morreram durante o deslocamento transatlântico forçado por traficantes, segundo um levantamento feito por pesquisadores da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos.  Leia a reportagem na Folha de S. Paulo.

Senado começa a julgar hoje cassação de Dilma

Dilma está afastada da Presidência desde maio l Foto: Divulgação
O Senado, em sessão comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, começa a julgar nesta quinta-feira, 25, a presidente afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade fiscal. A sessão dá início à fase final do processo de impeachment. A petista é acusada de ter cometido irregularidades na gestão do Orçamento.

Dilma - que foi afastada da Presidência em maio, após a primeira votação na Casa -, será condenada se ao menos 54 dos 81 senadores considerarem que ela é culpada por ter editado três decretos de suplementação orçamentária sem o aval do Congresso e por ter cometido as chamadas pedaladas fiscais ao atrasar o pagamento de repasses pela União ao Plano Safra, do Banco do Brasil.

O pedido de impeachment de Dilma foi aceito pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no início de dezembro do ano passado. Na quarta-feira, 24, porém, quase nove meses depois, a sessão do Senado girou em torno da concessão de reajustes salariais para o funcionalismo, deixando em segundo plano o julgamento de Dilma.

A maior dificuldade do governo do presidente em exercício Michel Temer atualmente está em debelar a crise entre parte de sua legenda, o PMDB, favorável à aprovação dessas propostas, e o PSDB, contrário ao aumento. O governo ainda precisa afinar a base para levar a votação as principais matérias do ajuste fiscal: a PEC do teto dos gastos e a reforma da Previdência, ainda não apresentada.

Desde que assumiu interinamente o Palácio do Planalto, há 104 dias, Temer atuou para cabalar votos e consolidar apoios. E acenou - também se valendo de distribuição de cargos e liberação de recursos para obras - com reformas econômicas impopulares, como as mudanças na Previdência, a fim de recuperar a economia do País.

A maioria dos senadores, em especial o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), começou a avalizar a agenda econômica de Temer ainda antes do início do julgamento da presidente afastada.

Senadores e interlocutores de Temer esperam um placar favorável a ele de 58 a 62 votos. Na quarta-feira, 25, durante uma reunião no gabinete do líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ficou acertada uma estratégia para encurtar as sessões de quinta e sexta-feira, 25 e 26, destinadas a ouvir as testemunhas - a ideia é não inquirir aquelas que são da acusação e que somente os líderes partidários ou indicados por eles farão os questionamentos.

Já a aposta dos poucos aliados de Dilma é que a petista conquiste apoios de última hora, uma vez que ela fará sua defesa pessoalmente no Senado, na próxima segunda-feira. Dilma tem classificado o impeachment como "golpe parlamentar" e chegou a dizer que Temer e Cunha - que, nesse período, renunciou à presidência da Câmara depois de ter sido afastado do cargo e do mandato de deputado pelo Supremo - eram os chefes da "conspiração".

Se Dilma for condenada, encerra-se um período de 13 anos e quatro meses da gestão do PT no governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Vice-reitor da Uesb publica Carta de Denúncia após ato de “truculência” durante visita de Rui Costa à Vitória da Conquista

Fábio Felix, Vice-Reitor da UESB l Foto: Divulgação
O vice-reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia\UESB, professor Dr. Fábio Felix, publicou uma “carta de denúncia” contra o que chamou de “truculência” dos seguranças do governador Rui Costa contra professores e estudantes da instituição durante ato de entrega de uma unidade de saúde na segunda-feira (22.6.16), em Vitória da Conquista. Os docentes, liderados pela ADUSB – sindicato da categoria – manifestavam contra a grave situação das universidades públicas quando foram violentamente agredidos pela segurança, informou o Blog de Fábio Sena. De acordo com este informativo, o professor Fábio Félix argumenta em sua carta que houve “uso da força praticado de forma ilegal e covarde por parte da truculenta equipe da segurança governamental…” e que “nós, servidores públicos do Estado da Bahia, professores e professoras, já tão sofridos e sofridas, vítimas da negação e violação de direitos, não merecemos apanhar em praça pública só porque reivindicamos melhores condições de trabalho e uma melhor Educação Pública”. Ainda segundo o vice-reitor, a truculência “vitimizou toda a docência baiana, em particular a docência da UESB”. Além disso, o professor realça a natureza eleitoreira da atividade de entrega do equipamento em pleno período eleitoral.

Casal é encontrado morto e abraçado dentro do box no banheiro no RJ

Casal encontrado morto no banheiro l Foto: Divulgação
Um casal de namorados foi encontrado morto e abraçado dentro do box do banheiro em uma casa em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, na noite desta terça-feira (23). Segundo a Polícia Civil, a principal suspeita é que Maira Nuldeman, de 23 anos, e Rafael de Paula Campos, de 20, tenham inalado gás do sistema de aquecimento do chuveiro.

De acordo com informações da 110ª Delegacia de Polícia, responsável pelo caso, o casal é do Rio de Janeiro e estava na casa de veraneio da família de Maira. Os dois foram encontrados sem roupa no box por uma caseira que trabalha no imóvel. Ela estranhou o fato deles não terem saído de casa durante todo o dia.

Segundo os policiais, o equipamento que faz o aquecimento a gás do chuveiro ficava dentro do banheiro. A investigação vai apontar se houve vazamento. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para passar por necropsia nesta quarta-feira (24). O exame vai apontar a causa da morte.

(G1)

Jequié recebe Caravana Justiça Social no sábado, 27

Marcelo Ferreira, presidente do COMDEF l Foto: Divulgação
O Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Jequié (Comdef) informa a todos, especialmente as pessoas com deficiência, assistentes sociais, pessoas ligadas aos Cras do Território Médio do Rio das Contas para participar da Caravana Justiça Social, que será realizada em Jequié neste sábado (27.8.16), às 8 horas no Colégio Polivalente, no bairro Jequiezinho. 

Segundo Marcelo Ferreira, presidente da Comdef (foto), serão abordados vários assuntos de interesses das pessoas com deficiência a exemplo do Passe Livre Intermunicipal. O evento é aberto a toda a população regional.

(Jequié e Região)

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Terremoto na Itália deixa rastro de destruição e pelo menos 120 mortos

Terremoto na Itália. Resgate de uma sobrevivente em Amatrice l Imagem: EL PAÍS 
Um terremoto na Itália de magnitude 6,2 escala Richter sacudiu o centro do país na madrugada desta quarta-feira, causando pelo menos 120 mortes até o final da manhã, segundo a Defesa Civil. O tremor ocorreu pouco depois das 3h30 (22h30 de terça pelo horário de Brasília), e houve mais de 15 réplicas com magnitudes entre 4 e 5,4, segundo o Departamento de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos. O sismo foi sentido durante mais de 15 segundos em Roma, mais de 100 quilômetros a sudoeste do epicentro, na localidade de Rieti, região do Lácio. O hipocentro se situou a quatro quilômetros de profundidade. Uma das regiões mais afetadas pelo terremoto na Itália foi o povoado de Amatrice, que tem cerca de 2.600 habitantes: segundo o prefeito da cidade, praticamente metade da cidade foi devastada.

A região da Umbria também foi bastante afetada pelo temor. As localidades mais destruídas foram Norcia (província de Perugia), Amatrice, Accumoli (ambas na província de Rieti) e Arquata del Tronto (Ascoli Piceno). As autoridades nacionais e a Cruz Vermelha estão mobilizando recursos para as zonas mais atingidas.

Pelo menos 27 pessoas morreram em Accumoli e Amatrice. Outras dez vítimas fatais foram registradas na pequena localidade de Pescara del Tronto (135 habitantes), que pertence ao município de Arquata del Tronto, na região de Marche.

O Governo italiano e a Defesa Civil monitoram a área do epicentro para em busca de possíveis danos, disse um porta-voz do premiê Matteo Renzi pelo Twitter. O Exército foi mobilizado para colaborar na operação de resgate, que é especialmente complicada por transcorrer em uma área montanhosa de difícil acesso, à qual só é possível chegar de helicóptero ou a pé. Some-se a isso o corte das comunicações telefônicas.

Cerca de 100 tremores secundários, dos quais mais de metade com magnitude superior a 3 graus, foram registrados após o terremoto inicial de magnitude 6,2. A réplica mais forte ocorreu pouco antes das 5h (hora local) perto de Norcia, na região de Perugia. A Defesa Civil descreveu a situação como “severa” e confirmou que há danos materiais – como o desabamento de partes de edifícios – e um número não especificado de feridos.

Houve sérios danos materiais nas localidades da Norcia (5.000 habitantes) e Amatrice (2.600 habitantes), zonas de veraneio que recebem muitos turistas nesta época. O prefeito do Amatrice, Sergio Pirozzi, anunciou que há moradores desaparecidos e pediu ajuda para liberar as vias de acesso à pequena cidade e facilitar a chegada dos serviços de emergência. “Há pessoas debaixo dos escombros e há bairros que já não estão mais lá. Metade de Amatrice já não existe mais”, lamentou. “Há tantos mortos que nem consigo fazer uma estimativa. Deve haver dezenas de mortos”, relatou Pirozzi à televisão pública RAI.

(El País)

Dilma diz que vai ao Senado porque acredita na democracia

Foto: Paulo Pinto/Agência PT
A presidenta Dilma Rousseff disse, na noite desta terça-feira (23,  que irá ao Senado porque acredita na democracia. “A democracia é algo muito valioso para que não se lute por ela”, afirmou para cerca de 1,5 mil pessoas que se reuniram em ato da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo, realizado na Casa de Portugal, em São Paulo.

Também compareceram pessoas como o senador Eduardo Suplicy, o prefeito de São Paulo e candidato à reeleição Fernando Haddad, o líder do MTST, Guilherme Boulos, além de líderes estudantis e sindicais, todos prestando apoio e solidariedade à presidenta.

Dilma começou a noite falando em resistir, mas também em lutar. “Os movimentos sociais, os partidos progressistas, as mulheres, todos nós fomos capazes de formar uma grande frente de resistência”, afirmou.

Para ela, “essa luta não tem data para terminar”, uma vez que a democracia não está garantida. “É importante chamar as ações por seus verdadeiros nomes e nisso ganhamos: é golpe”, comentou a presidenta, acrescentado que o processo de impeachment é reprovado internacionalmente.

Nas palavras da presidenta, há dois grandes motivos para o golpe em curso no Brasil. Um deles é o fato de que “a democracia é muito incômoda para quem quer evitar a participação popular na política”.

O outro motivo está relacionado a quem de fato vai “pagar o pato” da crise econômica. Ela destacou que os responsáveis pelo golpe já deixaram claro que pretendem fazer ajustes brutais contra a saúde, cultura e educação, além de privatizar as riquezas do país, cobrando o preço dos mais pobres.

Comparando a democracia com uma árvore, Dilma afirmou que o golpe em curso no país é “como um ataque de parasitas que assumem lentamente os galhos da árvore e vão se espalhando”. Respondendo aos que questionam se a ida ao Senado não poderia legitimar esse processo, ela disse que “somos democratas e nossa maior arma é aumentar os espaços de debate público”.

A presidenta eleita ainda afirmou que ninguém respeitará quem condena uma pessoa inocente. “Esse processo é muito duro porque sei que estão cometendo uma injustiça”, disse.

Dilma ainda comentou sobre as Olimpíadas, afirmando que estava muito orgulhosa pelo sucesso do evento, que começou a ser construída ainda no governo de Luíz Inácio Lula da Silva, quando ela era ministra da Casa Civil. Ela também comparou os jogos a uma festa, que “você organiza, arruma a casa, contrata a melhoria das instalações, arruma os móveis e no dia da festa é proibido de entrar”.

“Eles não nos colocaram nessa parada, não. Nem eu, nem Lula. Fomos devidamente esquecidos e vocês sabem por quem”, completou.

Entre os presentes que deram seu apoio à presidenta, a fala mais emocionada foi do senador Eduardo Suplicy, que leu uma carta do jurista Dalmo Dallari, que diz que “não existindo fundamento jurídico-constitucional o impeachment seria efetivamente um golpe contra o sistema político-jurídico democrático consagrado na Constituição feita pelo povo em 1988”.

Fernando Haddad afirmou que estamos em um momento muito delicado da vida nacional. “Dilma, que foi vítima de um golpe militar nos anos 1960, agora é vítima de outra modalidade de golpe”. Para o prefeito, o que está em jogo é muito mais que uma troca de governantes. “O que está em jogo são os direitos sociais do povo brasileiro”, avaliou.

Por Pedro Sibahi, da Agência PT de Notícias

PSDB ARMA BOTE CONTRA TEMER NA MÍDIA E NO TSE

Depois de trair a presidente eleita Dilma Rousseff, o interino Michel Temer já corre o risco de ser traído por seus parceiros l Foto: Brasil 247
O golpe parlamentar de 2016, idealizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e operado no Congresso pela parceria entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tinha um propósito claro e definido: afastar o PT do poder, colocar um fantoche na presidência capaz de realizar o "trabalho sujo" com medidas impopulares, como as reformas trabalhista e previdenciária, e depois abrir caminho para a volta de um tucano ao poder, em 2018.

O trem começou a sair dos trilhos quando o PMDB, de Michel Temer, começou a mostrar sua real natureza, ao estilo Sarney, liberando a política do toma-lá-dá-cá e concedendo aumentos generalizados para comprar sua permanência no poder. Além disso, logo depois de ser eleito presidente da Câmara, Rodrigo Maia lançou Temer à sua própria sucessão em 2018 e o mercado financeiro deu sinais de que Henrique Meirelles na presidência pode vir a ser melhor do que qualquer nome do PSDB.

Correndo o risco de se tornar linha auxiliar do PMDB, o PSDB começou a articular o bote contra Temer em duas frentes: na mídia aliada e no Tribunal Superior Eleitoral, onde avança, a passos largos, a ação motiva pelos tucanos que pede a cassação da chapa Dilma-Temer.

Além disso, na noite de ontem, Aécio fez sua primeira crítica aberta ao interino. "Nós queremos apoiar o governo Temer. É um governo de salvação nacional. Mas não é o governo do PSDB.  Reconhecemos isso. Mas é um governo que se dispõe a fazer reformas. E elas não podem conviver com esses sinais permanentemente trocados", disse ele, ao questionar os aumentos ao funcionalismo.

Logo Aécio, que durante o período de desestabilização do governo Dilma, apoiou todas as pautas-bomba, como o fim do fator previdenciário, criado por FHC, e o próprio aumento do Judiciário. 

A sinalização foi clara: ou Temer desempenha o papel para o qual foi contratado no roteiro do golpe ou será traído pelos aliados, correndo o risco até de ser cassado no TSE.

(Brasil 247)

Jitaúna: Sessão da Câmara termina com pancadaria e um policial ferido

Foto: Divulgação/Jr. Mascote
A Política está violenta na cidade de Jitaúna, um vereador e um Sargento do Corpo de Bombeiro entraram em vias de fato durante uma sessão extraordinária no plenário. A confusão aconteceu na noite terça-feira (23) quando o vice-presidente da casa Câmara de Vereadores, o vereador Bafafá, fazendo jus ao seu vulgo, e a casa de leis virou um verdadeiro “bafafá”, por que segundo informações o vereador assumiu a sessão pedindo o afastamento da Presidente, vereadora Rúbia, acusada de emitir notas fiscais falsas. A casa de leis estava lotada, a multidão entoava gritos de ordem e foi preciso que a PM evacuasse a Câmara deixando apenas os parlamentares. Segundo o ex vereador, Florão, a presidente da Câmara, Rubia, teria mandado desligar o som, o vereador Neris Costa não acatou e foi ligar os microfones, ai o Sargento PM Magno teria dado um soco na barriga de Neris, o vereador revidou empurrando o militar e na confusão o marido da vereadora se feriu. O vereador Neris Costa, que também é policial militar, foi retido e conduzido até a sede da PM em Jequié, após esclarecimentos foi liberado. Antes disso tudo, houve uma briga entre os vereadores, Gerlan do Gás e o vereador Lelezo, muito bate-boca e xingamento. 

domingo, 21 de agosto de 2016

Polícia Militar encontra criança abandonada em um saco de lixo, em Jequié

Bebê encontrado em saco de lixo l Foto: Divulgação
Por volta das 9 horas da manhã deste sábado, policiais a bordo da viatura gavião 48, da Primeira Companhia da Polícia Militar, encontrou um recém-nascido abandonado em uma casa desabitada nas proximidades da Praça do Brinco de Ouro, no bairro Jequiezinho. Populares ouviram o choro do bebê, desconfiados chamaram a polícia, os militares entraram na casa que estava fechada sem moradores e se depararam com a criança enrolada em um saco de lixo preto. De imediato os militares levaram a criança para o Hospital Santa Casa São Judas Tadeu, o bebê ainda estava com o cordão umbilical. O conselho tutelar já foi informado e está fazendo o devido acompanhamento. A criança deve ter sido abandonado durante a noite e madrugada de sexta feira. O dono da casa foi procurado e disse que esteve no imóvel na sexta feira durante o dia e não tinha vestígios de criança no local. A Polícia Civil vai investigar o caso e tentar encontrar a mãe do bebê.