Para os jogadores, ele é o “Presidente”, apelido que até outros craques consagrados aceitam usar quando está por perto. Na história da seleção, no entanto, Ronaldo é rei. Desde que Pelé inaugurou a dinastia dos brasileiros campeões do mundo, nenhum outro monarca ocupou esse trono por tanto tempo. E na noite desta terça-feira, quando seu reinado acabar oficialmente, Ronaldo não deixará nenhum sucessor direto. Alguns já reivindicam a coroa – um deles, o jovem príncipe Neymar, estará em campo ao lado dele no amistoso contra a Romênia, às 21h50 (horário de Brasília), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Mas ainda falta ao novo astro da seleção uma coisa que consagrou os outros craques que marcaram época com o manto amarelo: a capacidade ímpar de fazer gols de todas as formas possíveis e imagináveis. Nisso, Ronaldo só perde mesmo para Pelé – são 67 gols, contra os 95 do tricampeão mundial. Ronaldo, aliás, foi bi em Copas – e ainda marcou seu nome com maior artilheiro da história dos Mundi...
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