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Saúde: Alimentação e Acne


Considere-se privilegiado se você passou pela adolescência e não sofreu deste mal. Nesta faixa etária, 35% a 90% das pessoas costumam ter acne. As incômodas espinhas tem predominância maior na população do ocidente, onde entre 79% a 95% dos adolescentes desenvolvem a doença, que é mais comum entre os meninos.

Por muito tempo, os dermatologistas acreditavam que associar a alimentação ao aparecimento dessas lesões na pele era um erro. Porém, hoje a maioria dos estudos apontam o contrário. Ou seja, o que você come pode sim influenciar na manifestação ou não do problema.

Dos fatores relacionados à nutrição, o maior vilão é o consumo de alimentos com alto índice glicêmico, grande concentração de carboidratos: açúcares, massas, pães, bolos, doces e etc. A nutricionista Raquel Maranhão, da clínica BeSlim, explica que a ingestão desses itens leva a uma maior liberação de insulina no corpo, um quadro conhecido por hiperinsulinemia. A hiperinsulinemia, por meio do aumento dos níveis de andrógenos, estimula a produção sebácea, que tem papel fundamental no desenvolvimento da acne.

A acne é uma dermatose que afeta principalmente os lugares onde as glândulas sebáceas são maiores e mais numerosas. “Os locais onde as espinhas e cravos aparecem com maior frequência são a face e o colo. Para o tratamento, basta uma higiene adequada com sabonetes adstringentes e o uso de medicamentos que diminuam a produção de sebo. Os remédios podem ser tanto de uso tópico como oral”, ressalta a dermatologista Alicia Natário, do Instituto de Depilação Pello Menos.

Como vimos, a preocupação com a dieta não é apenas para quem está atendo ao corpo, afinal, uma má alimentação pode influenciar no seu rosto também! Deve-se evitar a ingestão de alimentos processados, com altos níveis calóricos, açucares e óleos refinados, e privilegiar os frescos: frutas, vegetais, carnes magras grelhadas e frutos do mar.
(Saúde)

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