Três estudos estão sendo realizados no mundo para criar uma vacina contra os quatro tipos de dengue, de acordo com informações do pesquisador e diretor da Fundação Oswaldo Cruz na Bahia (Fiocruz), Mitermayer Galvão. Um dos estudos, uma parceria entre a Fiocruz e a multinacional GlaxoSmithKline (GSK), conta com a contribuição da Bahia. “Agora estamos preparando as condições para no futuro testar essa vacina. Subsequentemente vamos fazer o teste na fase dois, que é para ver a eficácia, e ai a vacina tem que ser testada no local onde há incidência da doença para que seja demonstrada a eficácia dela. Em uma etapa posterior a vacina é testada no mundo todo, para verificar se ela funciona em qualquer indivíduo, com qualquer genética. Ela será testada na América, na Ásia, na África e na Europa, ai teremos certeza que a vacina funciona para todos", explica Galvão. Segundo o pesquisador, as vacinas que estão sendo desenvolvidas vão precisar de no mínimo cinco anos para serem disponibilizadas para a população. A demora no desenvolvimento da vacina se deve à importância de que ela evite o contágio dos quatro sorotipos, variações da doença, ao mesmo tempo. Somente este ano já foram registrados na Bahia mais de 54 mil casos de dengue. Salvador, Feira de Santana, Guanambi e Itabuna são as cidades baianas que mais tiveram casos da doença. (G1)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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