José Dirceu arranjou um emprego de rei no Hotel Saint Peter, com salário fora da realidade hoteleira – R$20 mil – e deu publicidade ao feito com publicidade, em rede de televisão, revelando à sua carteira profissional assinada, tudo nos conformes, embora jamais se soubesse que ele, Dirceu, o rei do lobby, tivesse carteira como outro trabalhador qualquer. A imprensa investigativa entrou em campo e descobriu uma estranha maracutaia: o sócio do hotel no Brasil fazia-se representar com uma participação de apenas R$ 1, exatamente isso, um real, e se tratava de um irmão presidente do PTN, partido que atua na base de sustentação da presidente Dilma Rousseff. Já o presidente da organização mora no Panamá, em uma rua modesta onde ele próprio lava seu carro e pouco sabe do acontecido. Só faltou dizer ao repórter que era melhor tomar informação no posto Ipiranga. Na verdade, trata-se de um “laranja”. Enquanto isso, os advogados do grande Dirceu pediam pressa ao Supremo para que ele iniciasse o mais rápido possível o seu trabalho. Diante do revelado, o STF pôs o pé no freio e pediu calma ao santo porque o andor é de barro. Não vai ter rapidez nenhuma. É preciso esclarecer direitinho tal maracutaia porque a Justiça não vai cair no conto do vigário. Assim, Dirceu já vê, ao longe, seu empreguinho milionário graças a mil e uma safadezas. Melhor ficar quieto na Papuda, porque a “quentinha” melhorou.
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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