Nesta quinta-feira (01), no gabinete oficial da Prefeitura de Jequié, a prefeita Tânia Britto (PP), reuniu seu secretariado para informar que irá realizar modificações estratégicas na administração. Segundo o site Jequié Repórter, Alexandre Almeida deixa a secretaria municipal de Administração, mas não sai do governo. Estará assumindo a Secretaria Municipal de Relações Institucionais e Comunicação Social, cujas ações vinham sendo conduzidas pelo secretário de Governo, Eduardo da Glória. Para a secretaria de Administração, foi confirmado o que já havia sido anunciado, o nome de Luiz Carlos Moura, auditor fiscal do Estado, ex-secretário de Administração e Finanças da Prefeitura de Brumado e tem especialização em Gestão Pública e Auditoria Tributária. O novo integrante da equipe agradeceu a receptividade recebida por parte da prefeita e dos colegas e apresentou dois assessores que estarão trabalhando diretamente com ele, Joaquim Galvão (especialista em contabilidade pública) e Joaquim Bahia (especialista em captação de recursos). No período solicitado pelo futuro secretário Carlos Moura para assumir efetivamente o cargo, para resolver assuntos pessoais, a pasta será administrada interinamente pelo secretário da Fazenda, Carlos Alberto Silva Júnior. O secretário de Governo, Eduardo Barbosa, enfatizou durante a reunião que as modificações são para fortalecer o trabalho da gestão pública e ampliar os benefícios para a população.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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