Agentes da Polícia Rodoviária Federal prenderam nesta terça-feira (9), na BR-262, um homem que transportava três cheques de R$ 58 mil cada, em nome da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, e cédulas que somavam R$ 790 mil e 50 mil euros. Segundo a polícia, o suspeito de transportar dinheiro de origem ilícita teria ligações com o deputado José Geraldo Riva (PSD), presidente da Casa no estado. O dinheiro estava em uma bolsa no porta-malas do carro e os cheques foram encontrados em um compartimento oculto do veículo. O preso não teve o nome revelado a pedido do Ministério Público. A ligação com o parlamentar mato-grossense foi constatada pela polícia após a realização de uma pesquisa interna do órgão federal. Riva é um nome que costuma ser citado com frequência em operações do Ministério Público, que o acusa de desviar recursos dos cofres da assembleia por meio de empresas fantasmas. Ele responde a 102 ações penais e de improbidade administrativa. Informações da Agência Estado.
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
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