A prefeitura de Salvador publicou decreto nesta quarta-feira (3) para instituir uma mesa permanente de negociação com os servidores públicos municipais. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Município. Através do grupo, serão discutidas as pautas de reivindicações apresentadas pelas entidades, relações e condições para melhorar condições de trabalho, desempenho dos servidores para a qualificação dos serviços municipais, entre outros assuntos. A mesa será composto pelo secretário de Gestão, Alexandre Pauperio, a subsecretária Luciana Oliveira, dois membros do Sindicato dos Servidores Públicos da Prefeitura (Sindseps), dois do Sindicato dos Servidores de Trânsito e Transportes de Salvador e Região Metropolitana (Sindtrans), dois do Sindicato dos Fazendários do Município (Sindifam), além de representantes de outras entidades, que devem ser indicados no prazo de dez dias. As reuniões serão realizadas uma vez por mês, em caráter extraordinário, através de convocação do presidente, que será o secretário de Gestão.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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