O ministro do Trabalho, Manoel Dias, confirmou nesta quarta-feira (10) a criação, pelo governo, de um "Supersimples da Doméstica", que deve unificar os boletos de pagamento do INSS e do FGTS. Segundo o gestor, o projeto deve ser votado com urgência pelo Congresso Nacional. "O Supersimples vai simplificar enormemente a vida dos padrões", justificou o ministro, após reunião nesta terça (9) com representantes do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, da Receita Federal e o senador Romero Jucá (PMDB-RR), autor da proposta. O modelo em discussão prevê que cada empregador cadastre seu nome e o do funcionário em um site, onde deve ser inserido o valor do salário pago ao empregado e realizado, automaticamente, o cálculo do valor a ser pago pelo patrão com INSS e FGTS. O boleto bancário poderá ser impresso através da página, com o valor total dos tributos. A ideia é incluir ainda o seguro obrigatório por acidente de trabalho no mesmo boleto, que hoje varia de 1% a 3% do salário total do empregado. Informações da Folha.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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