A polícia de Jequié ainda não localizou nenhum dos seis detentos que fugiram do Complexo Policial de Jequié, por volta das 22h45 de sexta-feira (22/3), após romperem o cadeado da cela. Entre os fugitivos estão o acusado e réu confesso de homicídio Samuel Porcino Meira e Adriano Santana Almeida, que haviam sido presos e apresentados na delegacia na manhã do mesmo dia da fuga, por prepostos da Polícia Militar. No grupo dos cinco fugitivos também se encontram Danilo Souza Alves, Adebir Santana Santos, José Lucas Rocha Gomes e Erisvaldo Silva. Diligências estão sendo feitas na tentativa de recapturar os fugitivos. O setor de carceragem do Complexo Policial de Jequié, funciona em condições precárias há cerca de dois anos, com a estrutura parcialmente destruída após duas rebeliões feitas pelos presos reclamando das condições do local. Logo após a sua chegada em Jequié, no início de março, o coordenador da 9ª Coorpin, Fabiano Aurich, falou que é sua intenção transformar o módulo da carceragem em depósito do material apreendido pela polícia. “Cada preso colocado na carceragem da delegacia representa um policial civil sendo retirado de sua função investigativa”, disse o delegado regional revelando sua preocupação com a destinação do policial civil para a vigilância de presos em delegacias. Uma parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária vem permitindo nos últimos meses, que presos temporários (ainda não julgados pela Justiça) sejam conduzidos para o Conjunto Penal de Jequié. No presente momento, quatro presos nessa condição aguardam a decisão judicial.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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