Foi enterrado no fim da manhã desta quarta-feira (13), em Ilhéus, no sul do estado, o corpo do padre Raimundo Reinan Valete. O padre foi morto a facadas no último domingo ao lado da casa paroquial em Angical, no oeste do estado. Antes do enterro foi realizada uma missa em homenagem ao religioso que nasceu em Ilhéus. Na segunda-feira (11), dois homens foram identificados como suspeitos de matar o padre. Segundo informações da Polícia Civil, um dos autores do crime é do estado de Goiás e costumava hospedar-se na casa paroquial. A identidade do suspeito está sendo preservada. O segundo homem apontado pelas investigações também não teve o nome revelado. Segundo a polícia, ele é natural da cidade de Barreiras. Os dois permaneciam foragidos até por volta das 14h40 desta segunda-feira. O pároco foi assasinado na noite de domingo (10), por volta das 22h, no quintal da casa paroquial, em Angical. Segundo a polícia, os autores do crime fugiram com o veículo da vítima, um Corsa Sedan, além de roubarem a carteira dele, onde havia documentos pessoais e quantia de dinheiro. Uma testemunha ouvida pelo delegado Carlos Roberto de Freitas, titular da Delegacia Territorial (DT) local, informou que os homens já estavam dentro da casa quando o padre retornou da igreja, após celebrar a missa dominical. A testemunha disse, ainda, ter visto o goiano no imóvel, em outras oportunidades, e que ele tinha acesso ao controle remoto do portão da garagem. As armas utlizadas no crime foram abandonadas no local e foram encaminhadas para perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT). A polícia informa que, ao ser assassinado, o padre usava uma bermuda e estava sem camisa. Ele teria tentado se defender dos agressores, entrando em luta corporal com eles. A polícia investiga a participação de outras pessoas no crime, classificado como latrocínio. Ele estava na região oeste do estado desde 2011 e atuava na paróquia de Angical há quatros anos. (G1)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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