Ao mesmo tempo em que a ONG Anistia Internacional classificou a escolha de Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara de “inaceitável”, acredita que ele deveria renunciar devido à “intensa mobilização da sociedade em repúdio a seu nome”. Embora não tenha respondido diretamente à nota oficial da Anistia Internacional, ainda repercutem as palavras do deputado em uma entrevista veiculada na TV neste domingo. “Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, disse o pastor ao programa Pânico na Band. O texto da ONG internacional diz esperar que os parlamentares brasileiros “reconheçam o grave equívoco cometido” com a eleição do pastor e “tomem imediatamente as medidas necessárias à sua substituição”. Dentro de poucas horas acaba o prazo estabelecido pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que o PSC convença Feliciano a renunciar. Como não existe margem regimental para uma intervenção direta nem para tirá-lo da presidência. A questão deve ser resolvida politicamente. Alheio a tudo isso, o deputado continua trabalhando e anunciou no seu site pessoal, que se prepara para uma viagem oficial nos próximos dias à Bolívia, onde irá tentar tirar da cadeia os 12 brasileiros que foram presos após um jogo de futebol, onde um morreu um menino de 14 anos.
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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