As novas regras de incentivo à produção de carros em território nacional foram lançadas nesta quinta-feira pelo governo no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em Brasília. O ministro da pasta, Fernando Pimentel, explicou que o governo incentivará o aumento da eficiência, beneficiando os fabricantes que reduzirem o gasto dos veículos. A estimativa é que a medida vai fazer com que os motoristas economizem, em média, R$ 1.150 por ano em combustíveis. "A meta alvo é chegar a 2016 (mas a medição acontece em 2017) com um consumo médio de 17,2 km por litro de gasolina e 11,9 km por litro de etanol. Hoje, essa taxa é de 14 km/l de gasolina e 9,71 km/l de etanol. A União Europeia vai exigir dos fabricantes lá instalados essa eficiência em 2015 e nós vamos exigir as mesmas coisas um ano depois, o que é relevante para o esforço que estamos fazendo para nos enquadrar nas exigências internacionais", disse Pimentel. "Vamos oferecer um incentivo para as empresas que alcançarem metas de eficiência energética. Alcançadas estas metas, elas podem ter uma redução que vai além dos 30 pontos percentuais, podendo chegar a 2 pontos percentuais a mais do que os 30", afirmou. Com as novas regras do regime automotivo, a expectativa é que o setor faça investimentos de US$ 22 bilhões ao longo de 2013 e 2014, segundo afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "O objetivo (do novo regime) é dar um impulso para a indústria automobilística brasileira. Já temos uma das mais importantes no mundo e com este regime nós esperamos ocupar um espaço ainda maior nos próximos 5 anos", afirmou. (JB)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
Comentários