Um decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (15) confirma a mudança feita no começo do mês pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no teto da renda de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. Em reunião ocorrida no dia 4 de outubro, o conselho aprovou uma série de alterações no programa, como o aumento do teto dos valores dos imóveis, a redução da taxa de juros, a elevação do teto de subsídios concedidos pelo Minha Casa, Minha Vida e a mudança no teto da faixa 2, de R$ 3,1 mil para R$ 3,275 mil. A chamada faixa permanece, por sua vez, com o teto de até R$ 1,6 mil de rendimento mensal. A faixa 3 continuou com o teto de até R$ 5 mil. Informações da Agência Estado.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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