O vocalista da banda New Hit, Eduardo Martins, o Dudu, e seus colegas foram liberados nesta quarta (3) do Complexo Penitenciário de Feira de Santana (110 Km de Salvador) e devem permanecer em Salvador, onde aguardarão julgamento em liberdade. Eduardo é um dos nove jovens que foram soltos mediante habeas-corpus, deferido na terça (2). Eles são suspeitos de estuprar duas adolescentes de 16 e 17 anos, no dia 26 de agosto, em Ruy Barbosa (321 km de Salvador). Além dos nove integrantes da banda, um policial é suspeito de conivência no caso. Ele foi liberado na tarde desta quarta, da Coordenadoria de Custódia Provisória (CCP), localizada no Batalhão de Choque em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. O policial e os integrantes da banda responderão por estupro e formação de quadrilha. Em documento divulgado nesta quarta (3), a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Lúcia Barbosa, lamentou a possibilidade de soltura dos suspeitos. No documento, ela diz que “o caso merece atenção especial, uma vez que o ato possui características de crime hediondo, com participação de mais de um autor, contra vítimas que não puderam e nem conseguiriam esboçar qualquer reação de defesa”. Ainda no documento, ela falou da importância de os responsáveis serem julgados para que o caso não fique impune.“Acreditamos que a Justiça dará o encaminhamento necessário para a responsabilização dos acusados. O importante é não deixar este episódio impune. É preciso que o caso sirva de exemplo para a sociedade, evitando a possível sensação de impunidade. Esta é uma oportunidade de reafirmar que as mulheres baianas têm direito a uma vida sem violência”, pontuou. (Bahia Toda Hora)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
Comentários