O Centro de Referência em Direitos Humanos de Jequié divulgou nota pública, na qual revela a necessidade de discussão acerca da política de seguraça pública no município de Jequié. O CRDH, é um projeto criado este ano na cidade, iniciativa da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-Uesb, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A coordenadora do centro é a funcionária pública municipal, advogada Maria Neide Cruz Sampaio. Na nota pública é ressaltado que, com as mortes de dez pessoas em Jequié, entre os dias 26 a 28 de agosto, “mostra-se evidente o número exacerbado de mortes num pequeno lapso de tempo, aproximadamente 48 horas, o que justifica a necessidade de discussão do tema”. O documento destaca ainda a necessidade de atuação dos gestores públicos e autoridades competentes na adoção de medidas preventivas com vistas a evitar a violação aos direitos humanos, “especialmente a violação do direito à vida”. Ao repudiar toda e qualquer forma de violência o CRDH considera que, “todo e qualquer ato contrário à vida merece apuração e aplicação das medidas cabíveis aos responsáveis, de forma a preservar os direitos e as garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”, finalizando sugere, “a promoção e proteção dos direitos humanos, com as autoridades em níveis municipais, estaduais e federais implementando políticas públicas que investiguem de forma clara e imparcial os fatos ocorridos para sejam adotadas as medidas saneadores que evitem fatos dessa natureza voltem a acontecer”. (Jequié Repórter)
Brasília - Dos 35 sindicatos estaduais de trabalhadores dos Correios, quatro já rejeitaram, em assembleias feitas hoje (5), a proposta de acordo fechada ontem (4) em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A informação é do secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva. Ele acredita que a posição final dos trabalhadores, que só será conhecida no final da tarde, será pela continuidade da paralisação. Para que a greve seja encerrada amanhã, as condições acordadas entre a empresa e os trabalhadores devem ser aprovadas por pelo menos 18 sindicatos da categoria. Até agora, os sindicatos de Brasília, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais rejeitaram o acordo. Se essa posição for mantida pela maioria dos sindicatos, o processo será encaminhado a um relator e será julgado pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos na próxima segunda-feira (10). O acordo fechado o...
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