O Centro de Referência em Direitos Humanos de Jequié divulgou nota pública, na qual revela a necessidade de discussão acerca da política de seguraça pública no município de Jequié. O CRDH, é um projeto criado este ano na cidade, iniciativa da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-Uesb, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. A coordenadora do centro é a funcionária pública municipal, advogada Maria Neide Cruz Sampaio. Na nota pública é ressaltado que, com as mortes de dez pessoas em Jequié, entre os dias 26 a 28 de agosto, “mostra-se evidente o número exacerbado de mortes num pequeno lapso de tempo, aproximadamente 48 horas, o que justifica a necessidade de discussão do tema”. O documento destaca ainda a necessidade de atuação dos gestores públicos e autoridades competentes na adoção de medidas preventivas com vistas a evitar a violação aos direitos humanos, “especialmente a violação do direito à vida”. Ao repudiar toda e qualquer forma de violência o CRDH considera que, “todo e qualquer ato contrário à vida merece apuração e aplicação das medidas cabíveis aos responsáveis, de forma a preservar os direitos e as garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”, finalizando sugere, “a promoção e proteção dos direitos humanos, com as autoridades em níveis municipais, estaduais e federais implementando políticas públicas que investiguem de forma clara e imparcial os fatos ocorridos para sejam adotadas as medidas saneadores que evitem fatos dessa natureza voltem a acontecer”. (Jequié Repórter)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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