Seis mortes ocorreram nas últimas 24 horas em Jequié. Por volta das 7h foi encontrado na área conhecida como “Cascalheira”, margem da Avenida Luiz Eduardo Magalhães (anel rodoviário) o corpo do policial Jurandy Oliveira, 43 anos, assassinado com tiros de revolver e sinais de tortura. No Loteamento Cidade Nova (fundo da empresa Argasol) foram encontrados por populares dois corpos do sexo masculino, ambos apresentando perfurações de bala na cabeça e na região do peito. No bairro do Jequiezinho, Loteamento Mirasol, foi morto Josenildo de Jesus Santos, 19 anos, conhecido na área pelo apelido de “Lau”. Ele era suspeito do roubo de uma motocicleta. “Lau” segundo os familiares, foi retirado de dentro de casa por cinco elementos encapuzados e executado na via pública. A Polícia Militar esteve nos locais e prepostos da Polícia Técnica fizeram os levantamentos cadavéricos. Na área da Cidade Nova onde estavam os dois corpos foram vistos em atitudes suspeitas um Uno branco e um Celta, sem identificações. Durante o dia, por volta das 11h na 2ª Travessa Humberto de Campos, no Joaquim Romão, foi morto Ednaldo Sena de Jesus, 22 anos, apelidado de “Bruxo”. De acordo com a Polícia Militar, o indivíduo morto era considerado de alta periculosidade e morreu em confronto sendo encontrado um revólver calibre 32 de marca Rossi, com seis cartuchos deflagrados. Por volta das 14h30, na Rua A do Loteamento Mirassol, foi encontrado morto Iago Martins Santos, 18 anos, que teria envolvimento no tráfico de drogas. Dois elementos a pé teriam deflagrados os tiros na vítima. O crime teria como causa acerto de contas de drogas. (Jequié Repórter)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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