As mulheres de Togo, na África, começarão uma greve de sexo nesta segunda-feira (27) com duração de uma semana, para exigir a renúncia do presidente do país, Faure Gnassingbé. "As mulheres togolesas vão declarar-se em greve de sexo para tentar mobilizar seus parceiros a realizarem mais ações para provocar a saída de Gnassingbé do poder", disse a responsável pelo "Coletivo Salvemos Togo", Isabelle Ameganvi, neste domingo (26). "O homem que nos dirige [Gnassingbé] gosta das relações sexuais, por isso convido as togolesas a abster-se durante esta semana", disse Isabelle. Os protestos foram convocados após os violentos enfrentamentos entre as forças de segurança e manifestantes partidários da oposição nos dias 21, 22 e 23 de agosto. A manifestação segue o exemplo das liberianas, que tomaram medidas similares para acelerar a chegada da paz durante a guerra civil vivida no país até 2003. Informações da EFE.
Explosão destruiu interior de igreja copta em Tanta, no Egito (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) Explosões em duas igrejas cristãs coptas no Egito deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos neste domingo, segundo um comunicado do ministério egípcio da Saúde. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia. Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa. Familiar de vítima em frente a igreja alvo de ataque em Tanta, no Egito, neste domingo (9) (Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters) O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, anunciou na noite deste domingo (9) um estado de emergência por três meses no país após os atentados com explosivos contra duas igrejas cristãs que deixaram pelo menos 44 mortos. A decisão está sujeita à aprovação parlamentar. Em discurso transmitido ao vivo pela emissora ...
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