Pela primeira vez um
chefe do tráfico de uma comunidade carioca não pacificada rendeu-se às
autoridades. Cristiano Santos Guedes, o "Puma", não é dos traficantes
mais conhecidos, mas ele estava foragido há dois anos, tem quatro mandados de
prisão pendentes e liderava o movimento no Morro da Quitanda, em Costa
Barros, na Zona Norte. Na mesma área, uma mulher de 19 anos morreu vítima de
bala perdida na terça-feira (26). Ao ser apresentado à imprensa na tarde desta
quarta-feira (27), na secretaria de Segurança Pública do Rio, "Puma",
da facção "Amigo dos Amigos", apontou a política de pacificação do
secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, como fator fundamental
na decisão de se entregar. "Eu sei que a pacificação pode chegar lá na
região que eu comandava. É melhor me render do que correr o risco de ser morto
em confronto. Além disso, não aguentava mais ficar escondido. Saí da cadeia, em
semiaberto, há mais ou menos uns cinco anos. Vivo escondido desde então. Tenho
sete filhos e quero vê-los crescer, acompanhá-los. É melhor pagar o que devo
logo e depois ter liberdade para cuidar da minha vida como uma pessoa
comum", apontou o criminoso. Seu contato com as autoridades foi através da
ONG AfroReggae. "É melhor sair agora do que deixar para largar esta
vida mais tarde, com grande chance de ser morto", acrescentou. (JB)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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