A
Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e da
Coordenação Municipal de Defesa Civil, vai intensificar suas ações na região da
caatinga do Município, nos próximos dias, com a distribuição de 21 toneladas de
alimentos (feijão e arroz) e 809 vale-compras para as famílias rurais atingidas
pela seca e que estejam devidamente cadastradas no Cadastro Único para
Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O coordenador municipal de
Defesa Civil, Evandro Lopes, informou que os alimentos, oriundos de Irecê,
estão sendo transportados e serão armazenados e distribuídos pela Prefeitura e
que estas não são as únicas providências adotadas até agora. Evandro Lopes
também informa que a Prefeitura de Jequié, já há algum tempo, vem adotando
outras medidas importantes na região da caatinga como a contratação de
carros-pipa para garantir o abastecimento de água tanto para o consumo humano
como para os rebanhos. Além disso, por orientação do prefeito Luiz Amaral, que
visitou áreas atingidas pela seca, a Prefeitura providenciou a aquisição de
(40) quarenta bebedouros de 2.500 litros cada para suprir as necessidades dos
rebanhos e que um carro-pipa permanece na região, abastecendo esses bebedouros
com água da Barragem da Pedra. O coordenador da Defesa Civil disse ainda que o
Município vem dando toda a cobertura as famílias atingidas pela seca em várias
regiões. “Constatamos a carência de água de qualidade para o consumo humano e a
carência de aguadas para o consumo animal em várias localidades. Mas a
Prefeitura tem trabalhado para não faltar água potável nas casas”, relatou
Evandro Lopes. Segundo ele, não existe calamidade social em Jequié porque os
moradores têm recebido a devida assistência e aprenderam a conviver com a seca.
A maioria das casas dispõe de cisterna para captação de água de chuva e os
moradores recebem orientações de como vencer os longos períodos de
estiagem. (Site PMJ)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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