A
Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e da
Coordenação Municipal de Defesa Civil, vai intensificar suas ações na região da
caatinga do Município, nos próximos dias, com a distribuição de 21 toneladas de
alimentos (feijão e arroz) e 809 vale-compras para as famílias rurais atingidas
pela seca e que estejam devidamente cadastradas no Cadastro Único para
Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O coordenador municipal de
Defesa Civil, Evandro Lopes, informou que os alimentos, oriundos de Irecê,
estão sendo transportados e serão armazenados e distribuídos pela Prefeitura e
que estas não são as únicas providências adotadas até agora. Evandro Lopes
também informa que a Prefeitura de Jequié, já há algum tempo, vem adotando
outras medidas importantes na região da caatinga como a contratação de
carros-pipa para garantir o abastecimento de água tanto para o consumo humano
como para os rebanhos. Além disso, por orientação do prefeito Luiz Amaral, que
visitou áreas atingidas pela seca, a Prefeitura providenciou a aquisição de
(40) quarenta bebedouros de 2.500 litros cada para suprir as necessidades dos
rebanhos e que um carro-pipa permanece na região, abastecendo esses bebedouros
com água da Barragem da Pedra. O coordenador da Defesa Civil disse ainda que o
Município vem dando toda a cobertura as famílias atingidas pela seca em várias
regiões. “Constatamos a carência de água de qualidade para o consumo humano e a
carência de aguadas para o consumo animal em várias localidades. Mas a
Prefeitura tem trabalhado para não faltar água potável nas casas”, relatou
Evandro Lopes. Segundo ele, não existe calamidade social em Jequié porque os
moradores têm recebido a devida assistência e aprenderam a conviver com a seca.
A maioria das casas dispõe de cisterna para captação de água de chuva e os
moradores recebem orientações de como vencer os longos períodos de
estiagem. (Site PMJ)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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