Em reunião entre os
líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) ficou decidido que assuntos
religiosos não devem entrar na campanha eleitoral desde ano. A cúpula está
preocupada que as campanhas municipais sejam dominadas com temas religiosos
como o aborto que definiu o segundo turno das eleições de 2010. “A religião não
pode ir para o embate político, isso é muito ruim, muito perigoso. Não devemos
instigar a disputa religiosa em processo eleitoral”, disse o deputado Estadual
Edinho Silva. Nessa reunião com
líderes do PT eles discutiram sobre as recentes declarações do candidato
José Serra (PSDB) ao programa Amaury Jr., da Rede TV!, que garantiu
ser legítima a participação de religiosos durante o debate eleitoral. “Religião
é de foro íntimo e pessoal. Trazer uma questão tão pessoal, tão subjetiva, eu
penso que é um retrocesso democrático”, disse o deputado petista. Rui Falcão, presidente
nacional do PT também não quer que assuntos religiosos entrem nessa campanha, o
vereador Antonio Donato, coordenador da campanha de Fernando Haddad, candidato
do PT para a prefeitura de São Paulo também quer evitar temas ligados à
religião. “A campanha do PT vai
atingir a cidade, é isso que o cidadão quer discutir. Talvez o (ex) governador
Serra queira fugir de um assunto que é difícil defender, que é a gestão Kassab,
e busque outros temas”, disse ele alfinetando o candidato do PSDB que já fez
alianças com alguns líderes religiosos. (Gospel Prime)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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