Baixos níveis de
testosterona nos homens pode aumentar o risco de desenvolver diabetes, afirma
um estudo da Universidade de Edimburgo. Os cientistas chegaram a essa conclusão
quando descobriram que níveis baixos de testosterona estão ligados a
resistência à insulina - principal sintoma do diabetes. A insulina é um
hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue. Pesquisas anteriores
mostram que a testosterona alterada também aumenta o risco de obesidade, outro
fator de risco do diabetes. O hormônio masculino está presente em todo o corpo
e age sobre as células de gordura através de moléculas conhecidas como
receptores de andrógenos, que permitem que a testosterona ative genes ligados à
obesidade e ao diabetes. Os pesquisadores fizeram testes em camundongos nos
quais a função da testosterona no tecido adiposo foi alterada. Com isso, os
animais passaram a ter maior probabilidade de ter resistência à insulina,
independentemente do peso, comparados aos camundongos com níveis de
testosterona normais. As descobertas da Universidade de Edimburgo também ajudam
a explicar por que os homens mais velhos correm mais risco de desenvolver
diabetes, já que os níveis de testosterona caem à medida que envelhecem.
"Nós sabemos que homens com baixos níveis de testosterona estão mais
propensos a se tornarem obesos e de desenvolver diabetes. Esse estudo mostra
que baixos níveis de testosterona é um fator de risco para diabetes não
importando quanto uma pessoa pesa”.
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
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