Há duas semanas, um deputado federal chegou às pressas para votar às 17h, no horário da Ordem do Dia. Na entrada principal do plenário da Câmara, próxima à Mesa, mexeu nos bolsos e, sem ver, deixou cair uma calcinha azul e vermelha, com babados nas laterais. De acordo com reportagem do O Globo, sem saber que deixou para trás o utensílio, o parlamentar foi para o meio do plenário. Um dos seguranças, sem despertar a atenção dos políticos presentes, assessores e jornalistas que se amontoam na entrada, deu um chute discreto e empurrou a lingerie para o lado da lixeira. Avisado pelos seguranças, um assessor do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), recolheu a calcinha e a escondeu no bolso. A partir daí, a peça íntima foi examinada por assessores, jornalistas e seguranças à exaustão. A única conclusão: a peça foi usada antes e não pertence a uma sílfide. Sem saber o que fazer com o achado, a peça feminina foi recolhida “aos achados e perdidos” da Segurança da Câmara. Até agora não foi reclamada por nenhum parlamentar. (BN)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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