A presidente da
República, Dilma Rousseff, voltou a atacar as elevadas taxas de juros cobradas pelos
bancos nacionais em seu
discurso do Dia do Trabalho, em cadeia de rádio e televisão. Ela reforçou o
argumento de que a economia brasileira só será "plenamente
competitiva" quando as alíquotas ao produtor e ao consumidor se “igualarem
às taxas praticadas no mercado internacional". Juros mais módicos são uma
antiga demanda do setor privado e atender esse pleito representa, de fato,
elemento crucial para impulsionar o crescimento do país. Incentivar a
concorrência com o auxílio da Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil é uma
medida correta, mas não suficiente. A presidente parece ter adotado a
estratégia “Cristina Kirchner” de apontar um bode expiatório – ou um grupo
deles, os bancos privados – para esconder mazelas de seu próprio governo. Por
esta estratégia, ainda que algum resultado prático possa ser atingido,
esconde-se uma lista de reformas que o Planalto tem obrigação de adotar, e que
não o faz por um misto de comodismo e inoperância. (Veja)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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