Apesar do clamor popular exigindo a investigação das
denúncias de irregularidade cometidas pelo contraventor Carlinhos Cachoeira –
com a participação de políticos, como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM), e
empresa -, alguns deputados federais baianos não assinaram o requerimento para
a criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), com previsão de
ser instalada esta semana. Essa informação foi publicada na coluna Raio Laser,
do jornal Tribuna da Bahia, deste início de semana. Segundo o diário, dos 39
deputados federais baianos, apenas não assinaram o documento para a criação da
CPMI os parlamentares Acelino Popó PRB- BA, Antonio Brito PTB-BA, João Carlos
Bacelar PR-BA, João Leão PP-BA, José Carlos Araújo PSD-BA, José Rocha PR-BA,
Paulo Magalhães PSD-BA, Roberto Britto PP-BA. (Gicult)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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