Cientistas
japoneses conseguiram fazer com que fios de cabelo humanos nascessem nas costas
de um camundongo sem pelos. Além de ser uma esperança para o tratamento da
calvície, o resultado representa um avanço importante nas terapias com
células-tronco. Os pesquisadores criaram um folículo – parte da pele onde os
pelos nascem – a partir de células-tronco obtidas da pele de humanos adultos.
Depois, eles transplantaram estes folículos nas costas do camundongo,
conectando-os com as fibras nervosas e musculares do animal, e os pelos
nasceram normalmente. Como o novo folículo funciona perfeitamente, o “ciclo
capilar” é reestabelecido. Em outras palavras, mesmo se o cabelo cair por algum
motivo, um novo pelo nascerá no mesmo lugar. A criação de um folículo em
laboratório a partir de células-tronco já tinha sido feita antes. Dentes e
glândulas salivares também já foram produzidas com processos semelhantes de
bioengenharia. Contudo, o transplante com sucesso em ratos é inédito. O estudo
é, portanto, mais uma confirmação do potencial de aplicações que o tratamento
de células-tronco tem para a substituição de órgãos no corpo. A pesquisa
publicada nesta terça-feira (17) pela revista científica “Nature
Communications” foi liderada por Takashi Tsuji, da Universidade de Ciência de
Tóquio. (G1)
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
Comentários