Cientistas
japoneses conseguiram fazer com que fios de cabelo humanos nascessem nas costas
de um camundongo sem pelos. Além de ser uma esperança para o tratamento da
calvície, o resultado representa um avanço importante nas terapias com
células-tronco. Os pesquisadores criaram um folículo – parte da pele onde os
pelos nascem – a partir de células-tronco obtidas da pele de humanos adultos.
Depois, eles transplantaram estes folículos nas costas do camundongo,
conectando-os com as fibras nervosas e musculares do animal, e os pelos
nasceram normalmente. Como o novo folículo funciona perfeitamente, o “ciclo
capilar” é reestabelecido. Em outras palavras, mesmo se o cabelo cair por algum
motivo, um novo pelo nascerá no mesmo lugar. A criação de um folículo em
laboratório a partir de células-tronco já tinha sido feita antes. Dentes e
glândulas salivares também já foram produzidas com processos semelhantes de
bioengenharia. Contudo, o transplante com sucesso em ratos é inédito. O estudo
é, portanto, mais uma confirmação do potencial de aplicações que o tratamento
de células-tronco tem para a substituição de órgãos no corpo. A pesquisa
publicada nesta terça-feira (17) pela revista científica “Nature
Communications” foi liderada por Takashi Tsuji, da Universidade de Ciência de
Tóquio. (G1)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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