Alguns livros didáticos foram queimados em Caturama, no sudoeste
baiano, no lixão mantido pela prefeitura municipal. De acordo com o site
Brumado Notícias, o flagrante foi feito por um jovem identificado como Lucas
Oliveira, que fotografou o material que havia acabado de queimar, mas não
conseguiu registrar as pessoas que executavam a ação, pois elas fugiram ao
perceberam que podiam ser filmadas. “Queimar um livro, com intenção de que seja
erradicado e deletado para sempre, é um atentado contra nossa espécie, contra a
memória, contra si mesmo”, disse o denunciante. Segundo informações do Jornal
Tribunal do Sertão, o caso é investigado pela polícia local, que já suspeita de
que a ordem para colocar fogo nos livros tenha partido da própria prefeitura.
A Diretoria regional de Educação (Direc) recolheu os livros e,
segundo informações, já teria notificado o caso na Secretaria de Educação da
Bahia.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
Comentários