Alguns livros didáticos foram queimados em Caturama, no sudoeste
baiano, no lixão mantido pela prefeitura municipal. De acordo com o site
Brumado Notícias, o flagrante foi feito por um jovem identificado como Lucas
Oliveira, que fotografou o material que havia acabado de queimar, mas não
conseguiu registrar as pessoas que executavam a ação, pois elas fugiram ao
perceberam que podiam ser filmadas. “Queimar um livro, com intenção de que seja
erradicado e deletado para sempre, é um atentado contra nossa espécie, contra a
memória, contra si mesmo”, disse o denunciante. Segundo informações do Jornal
Tribunal do Sertão, o caso é investigado pela polícia local, que já suspeita de
que a ordem para colocar fogo nos livros tenha partido da própria prefeitura.
A Diretoria regional de Educação (Direc) recolheu os livros e,
segundo informações, já teria notificado o caso na Secretaria de Educação da
Bahia.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
Comentários