O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (21) o Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down, um texto voltado aos funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS), com orientações de como lidar com pacientes portadores da síndrome, desde o nascimento até a terceira idade. O manual ainda não é definitivo e está aberto para consulta pública. Durante um mês, poderão ser enviadas sugestões para aperfeiçoar o texto, que explica o que é a síndrome e como ela afeta a saúde dos pacientes. As contribuições devem ter fundamento científico. Ao fim deste período, o documento será lançado oficialmente. É a primeira vez que o Brasil estabelece diretrizes específicas para este grupo. O Ministério da Saúde escolheu esta data para publicar o documento porque 21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down. A síndrome de Down é causada por uma alteração genética, e a mais comum deste tipo de condições, com uma média de 8 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Ministério. O núcleo das células têm um cromossomo a mais, o que é conhecido como “trissomia do 21”. A síndrome não é considerada uma doença, mas sim uma condição. Os portadores apresentam déficit intelectual e características físicas próprias, bem visíveis no rosto, que fica “achatado”. Além disso, eles são mais propensos a uma série de problemas de saúde em vários órgãos, o que justifica a atenção especial dos profissionais de saúde. A audição, a visão e os sistemas circulatório e digestivo estão entre os mais atingidos. (G1)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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