O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (21) o Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down, um texto voltado aos funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS), com orientações de como lidar com pacientes portadores da síndrome, desde o nascimento até a terceira idade. O manual ainda não é definitivo e está aberto para consulta pública. Durante um mês, poderão ser enviadas sugestões para aperfeiçoar o texto, que explica o que é a síndrome e como ela afeta a saúde dos pacientes. As contribuições devem ter fundamento científico. Ao fim deste período, o documento será lançado oficialmente. É a primeira vez que o Brasil estabelece diretrizes específicas para este grupo. O Ministério da Saúde escolheu esta data para publicar o documento porque 21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down. A síndrome de Down é causada por uma alteração genética, e a mais comum deste tipo de condições, com uma média de 8 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Ministério. O núcleo das células têm um cromossomo a mais, o que é conhecido como “trissomia do 21”. A síndrome não é considerada uma doença, mas sim uma condição. Os portadores apresentam déficit intelectual e características físicas próprias, bem visíveis no rosto, que fica “achatado”. Além disso, eles são mais propensos a uma série de problemas de saúde em vários órgãos, o que justifica a atenção especial dos profissionais de saúde. A audição, a visão e os sistemas circulatório e digestivo estão entre os mais atingidos. (G1)
Casos suspeitos de febre Chikungunya são investigados em Jequié, Ipiaú e Planaltino, diz sanitarista
Sanitarista fala do Chikungunya na 93 FM. Foto: Blog Marcos Frahm A 13ª Diretoria Regional de Saúde – Jequié investiga casos suspeitos de febre Chikungunya, em quatro municípios da região. A doença infecciosa é transmitida pelos mosquitos Aedes albopictus e Aedes aegypti, sendo esse último responsável também pela transmissão da dengue. De acordo com a representante da Vigilância Epidemiológica da 13ª Dires, a sanitarista Soraya Rafaela, vários casos suspeitos foram registrados nos municípios de Planaltino, Jequié, Dário Meira e Itagibá. Ela afirma que em todos os casos suspeitos a sorologia coletada precisa enviada para o Instituto Evandro Chagas, referência no tratamento de doenças infecto-contagiosas, com sede no Pará, o que segundo Soraya, dificulta o resultado imediato, por conta da demora. ”Nós temos um caso em Planaltino, um em Dário Meira, outro em Itagibá e ainda mais dois casos suspeitos em Jequié. Todos esses casos estão sendo investigados como febre do Chikungunya. Nós ...
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