O prefeito Luiz Amaral através do Decreto nº 12.409, de 16 de março em curso, colocou o município de Jequié em Situação de Emergência, pelo período de 90 dias, podendo ser prorrogado para 180 dias, em razão do período de estiagem verificado na área do semiárido. O documento está sendo enviado ao Governo do Estado para homologação, o que permitirá a ampliação das medidas capazes de diminuir o sofrimento dos moradores das regiões mais afetadas. Os dados revelados pelo controle mensal de pluviometria do Departamento de Desenvolvimento da Agricultura/gerência regional de Jequié, nos meses de janeiro e fevereiro registrou que choveu apenas 76,6 na cidade, índice considerado baixo. A seca atinge agricultores e moradores da região ribeirinha à Barragem da Pedra, onde os estragos na produção agrícola chegam a atingir em alguns locais 80%, de acordo com o coordenador da COMDEC, Evandro Lopes. (Jequié Repórter)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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