Os
bandidos que tem foro privilegiado é o novo alvo das criticas da ministra
Eliana Calmon, do Conselho Nacional Justiça (CNJ). A ministra afirmou durante
uma palestra na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal,
afirmou que o “foro tem abrigado muitos bandidos”. Calmon declarou que não quer
apedrejar quem está no crime por dinheiro, para sobrevivência, mas sim que
desfruta de conforto e busca proteção do foro. Ela também destacou que o
combate à corrupção e à impunidade deveria começar pelo “ápice da pirâmide”. A
ministra lembrou que os poderes de correção do CNJ está protegido por um “exercito”
composto pela opinião pública, e que essa proteção surgiu com a declaração dada
em uma entrevista, que foi repetida diversas vezes, que “existem bandidos por
trás da toga”. A corregedora reconheceu que declarações polêmicas que tem
feito. "Eu quero chocar. Eu não quero chocar a magistratura. Ela se choca
porque quer". As informações são do Estadão.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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