Pessoas não identificadas pela coordenação do Museu Histórico de Jequié, estiveram no prédio público na tarde de quarta-feira (21), cortando com alicate industrial as correntes e cadeados das portas de acesso do centenário prédio localizado na avenida Rio Branco. A informação foi postada no final da tarde por Alysson Andrade, do blog Enfoque Cultural, afirmando que até mesmo a direção da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, à qual é vinculada o museu, “foi surpreendida pela ação desastrosa iniciativa”. O coordenador do Museu, jornalista Raymundo Meira Magalhães, narrou o episódio, que teria ocorrido por volta das 14h15, quando ele foi surpreendido pelos homens com alicate em mãos cortando todas as correntes e substituindo os cadeados existentes, sem que as chaves lhes fossem entregues. Ao serem interpelados sobre quem teria determinado a ação, já que não portavam nenhum ofício, resposta alguma foi dada, até a conclusão da tarefa. Além do coordenador, que chegou a sentir-se mal diante do que considerou “um ato de truculência”, também presenciaram a ação, as funcionárias Gildete Santos e Ivone Nereide, que prestam serviços no equipamento público. O fato foi de imediato informado ao secretário municipal da Cultura e Turismo, Robério Chaves, que revelou não ter recebido nenhum comunicado sobre o assunto. Raymundo Meira, revelou ao “Enfoque Cultural”, que por volta das 17h, procurou o prefeito Luiz Amaral para narrar o fato e saber quem teria autorizado a ação, tendo ouvido do prefeito, “que também não sabia do ocorrido, se comprometendo a verificar e, em seguida, esclarecer sobre o assunto”. Diante da celeuma, a orientação do secretário Robério Chaves foi no sentido de serem novamente retirados e substituídos os novos cadeados, com a entrega das chaves ao coordenador do museu.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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