Após o
fracasso das duas últimas tentativas oficiais de negociações entre governo e
grevistas, uma das entidades que representam os policiais
militares da Bahia marcou uma assembleia geral, que deve acontecer na
quinta-feira (9), em Salvador, para decidir sobre a greve. O encontro da
Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA) vai decidir se o
grupo, que ainda não aderiu à greve, também deve paralisar as atividades.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) e com a Polícia
Militar, não há previsão de abertura de nova rodada de negociações para esta
quarta-feira (8). O coronel Edmilson Tavares, presidente da AOPMBA, diz
que a proposta
do governo, de pagar as gratificações em prestações ao longo
dos próximos anos, não é ideal para a categoria. “Chegamos ao nosso extremo.
Queremos apenas que a GAP [Gratificação por Atividade da Polícia Militar],
prevista desde 2001, fosse paga integralmente em março. A mesa foi suspensa
porque o governo diz que não pode atender. Mas ainda estamos à espera de
resposta”, diz. Segundo ele, o objetivo, caso os policiais decidam por greve, o
intuito é fortalecer a corporação e não provocar "radicalismos".
"Nós queremos que a PM saia forte", afirma. (G1)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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