Cerca de 150 familiares de
Policiais Militares (PMs) protestam nesta terça-feira (28) na Praça do Campo
Grande. Mães, esposas, viúvas e filhos de
PMs e Bombeiros pedem a anistia dos militares e ex-policiais presos durante a
greve da categoria, que durou onze dias. Em carta divulgada à imprensa,
os manifestantes informaram a intenção de organizar um ato pacífico organizado
por familiares e militantes de movimentos sociais que lutam contra as prisões
políticas dos líderes do movimento grevista. "Além das prisões serem
ilegais, nossos familiares estão recebendo tratamento desumano, incompatível
com qualquer princípio constitucional. Ressaltamos, sobremaneira, que nosso
objetivo é unicamente o devido processo legal, imparcial e sem
benefícios", afirma o movimento na carta. Nesse momento, os
manifestantes se dirigem ao Quartel dos Aflitos, onde uma comissão dos
familiares dos PMs vai ser recebida por integrantes da cúpula da PM no local.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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