Cerca de 150 familiares de
Policiais Militares (PMs) protestam nesta terça-feira (28) na Praça do Campo
Grande. Mães, esposas, viúvas e filhos de
PMs e Bombeiros pedem a anistia dos militares e ex-policiais presos durante a
greve da categoria, que durou onze dias. Em carta divulgada à imprensa,
os manifestantes informaram a intenção de organizar um ato pacífico organizado
por familiares e militantes de movimentos sociais que lutam contra as prisões
políticas dos líderes do movimento grevista. "Além das prisões serem
ilegais, nossos familiares estão recebendo tratamento desumano, incompatível
com qualquer princípio constitucional. Ressaltamos, sobremaneira, que nosso
objetivo é unicamente o devido processo legal, imparcial e sem
benefícios", afirma o movimento na carta. Nesse momento, os
manifestantes se dirigem ao Quartel dos Aflitos, onde uma comissão dos
familiares dos PMs vai ser recebida por integrantes da cúpula da PM no local.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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