Os policias civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro decretaram
greve nesta quinta-feira (9), após assembleia que reuniu Cerca de duas mil
pessoas presentes na Cinelândia, no Centro da capital fluminense. Juntas,
as três corporações somam 70 mil homens. "A partir de agora, a segurança é
de responsabilidade da Guarda Nacional ou do Exército", disse o cabo da PM
Wellington Machado, do 22º BPM (Maré) ao microfone. Ao perguntar quem
estava a favor da paralisação, todos os presentes levantarem as mãos e gritarem
"sim". Após a confirmação da paralisação, Machado deu instruções aos
policiais e bombeiros presentes na Cinelândia: "Todos devem seguir direto
e estar aquartelados em seus respectivos batalhões. Atenção, é importante, quem
está de folga aquartela, de férias aquartela, quem está de licença aquartela.
Todos juntos, não tem distinção, se puderem levar as esposas, levem junto. É
importante." Os policiais militares informaram que ficarão aquartelados e
não atenderão nenhuma ocorrência. Os bombeiros informaram que ficarão
aquartelados em seus batalhões, e que um efetivo de 30% em cada quartel
atenderá os casos de emergência. Já os agentes civis disseram que apenas 30% do
efetivo ficarão à disposição para os casos de emergência, como ocorrências em
flagrante e homicídios. Eles frisaram, no entanto, que não vão deixar "a
população à deriva". Informações do G1.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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