Os policias civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro decretaram
greve nesta quinta-feira (9), após assembleia que reuniu Cerca de duas mil
pessoas presentes na Cinelândia, no Centro da capital fluminense. Juntas,
as três corporações somam 70 mil homens. "A partir de agora, a segurança é
de responsabilidade da Guarda Nacional ou do Exército", disse o cabo da PM
Wellington Machado, do 22º BPM (Maré) ao microfone. Ao perguntar quem
estava a favor da paralisação, todos os presentes levantarem as mãos e gritarem
"sim". Após a confirmação da paralisação, Machado deu instruções aos
policiais e bombeiros presentes na Cinelândia: "Todos devem seguir direto
e estar aquartelados em seus respectivos batalhões. Atenção, é importante, quem
está de folga aquartela, de férias aquartela, quem está de licença aquartela.
Todos juntos, não tem distinção, se puderem levar as esposas, levem junto. É
importante." Os policiais militares informaram que ficarão aquartelados e
não atenderão nenhuma ocorrência. Os bombeiros informaram que ficarão
aquartelados em seus batalhões, e que um efetivo de 30% em cada quartel
atenderá os casos de emergência. Já os agentes civis disseram que apenas 30% do
efetivo ficarão à disposição para os casos de emergência, como ocorrências em
flagrante e homicídios. Eles frisaram, no entanto, que não vão deixar "a
população à deriva". Informações do G1.
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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