A Prefeitura de Jequié e a APLB têm buscado
entendimentos em relação à pauta de reivindicações dos profissionais em
educação para o ano de 2012. No fim de janeiro, ocorreu uma reunião, na
Prefeitura, com a participação do vice-prefeito Eduardo Lopes, dos
secretários municipais Miriam Rotondano (Educação), José Roberto Borges
(Administração) e Givaldo Barros (Fazenda) e de vários diretores da
APLB. Entre os assuntos abordados destaque para o piso salarial da
categoria; realização de Concurso Público; eleição direita para diretor e
vice-diretor; seguranças nas escolas; continuidade do programa de
enquadramento, dentre outros.Em relação a
salários, a secretária municipal de educação, Miriam Rotondano, informou
que Prefeitura vai se pronunciar assim que o Governo Federal divulgar o
índice do piso. O Ministério da Educação deverá divulgar o índice nos
próximos dias. Assim que isso ocorrer, haverá uma nova reunião proposta
pela Prefeitura com a APLB.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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