O governo federal
considera elevado o risco de a greve da Polícia Militar na Bahia se alastrar
para mais seis Estados: Rio de Janeiro, Alagoas, Pará, Espírito Santo, Paraná e
Rio Grande do Sul. No Rio de Janeiro, a situação é considerada crítica. De
acordo com jornal Folha de S.Paulo, o serviço de inteligência que abastece o
Planalto com informações classifica-os de "Estados explosivos". Há
temor de que a greve provoque ondas de violência às vésperas do Carnaval daqui
a dez dias. Policiais do Rio de Janeiro decidem nesta quinta-feira (9) se
paralisam as atividades assim como na Bahia. PMs do Distrito Federal também
realizaram protestos nesta terça (7). O piso dos policiais de Brasília é o
maior do país, R$ 4.000. Na Bahia, o piso é de R$ 2.173,87, maior do que a média
nacional. As paralisações seriam uma forma de pressionar o
Congresso para votar, ainda neste ano, o segundo turno da Proposta de Emenda à
Constituição (PEC), conhecida como PEC 300, que estipula piso salarial
para policiais militares, civis e bombeiros. (Correio da Bahia)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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