Em 2011, o Estado gastou 24% a mais com funcionários temporários, em comparação com o ano retrasado. A informação consta em reportagem do jornal A Tarde desta segunda-feira (27), que fez um levantamento no Sistema de Informações Contábeis e Financeiras do governo (Sicof). No ano passado, o Estado gastou, entre os Poderes Executivo e Judiciário, quase R$ 266 milhões com funcionários que trabalham sob o regime de Prestação de Serviço Temporário (PST). Já em 2010, os recursos envolvidos no pagamento desta categoria foram de R$ 196 milhões. A PST é considerada pelo Ministério Público uma forma de contratação ilegal e precária, já que não acontece por meio de concurso e não garante direitos trabalhistas. (BN)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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