O motorista Márcio Clênio Machado, 55 anos, esteve na delegacia de Polícia, de Jaguaquara, onde conversou informalmente com a delegada Maria do Socorro Damásio, que irá presidir o inquérito do acidente que matou 34 trabalhadores pernambucanos que viajavam em um ônibus, na madrugada de sábado (3) na BR-116, trecho entre os municípios de Nova Itarana e Brejões. Márcio Clênio, dirigia uma carreta de placa KDB-2342, licença de Criciúma-SC, que se dirigia ao Rio de Janeiro, com um carregamento de pó de gesso ensacados e negou que tenha sido ele, o causador do acidente. Ele disse que ao deparar-se com o ônibus no meio da pista procurou desviar o seu carro para não bater de frente, não conseguindo evitar o choque lateral. Familiares do motorista, que revelou ter 30 anos de profissão contataram o advogado Cristiano Moreira, de Jaguaquara, para que acompanhasse o motorista durante a sua permanência na delegacia. A delegada Maria do Socorro em declaração ao repórter Marcos Frahm, da Rádio 93 FM, revelou que foi uma conversa informal com o motorista que deverá retornar à delegacia no decorrer do dia, sendo aguardado o recebimento do Boletim de Ocorrência da Polícia Rodoviária Federal, para dar início aos depoimentos que constarão do inquérito a ser encaminhado à Comarca de Brejões. A delegada Maria do Socorro, responde interinamente pela delegacia de Nova Itarana, jurisdição onde ocorreu o acidente. Também o motorista do caminhão baú que esteve envolvido na tripla colisão está sendo intimado para se apresentar à autoridade policial.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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