O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva (PR-SP), o Tiririca, afirmou em entrevista ao G1 que fez três amigos ao final de seu primeiro ano como parlamentar. De acordo com ele, seus “amigos que são amigos mesmo” na Câmara são os deputados Paulo Freire (PR-SP), pastor integrante da Frente Parlamentar Evangélica; Esperidião Amim (PP-SC), ex-governador de Santa Catarina; e Francisco Escórcio (PMDB-MA), um dos principais aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Apesar das amizades feitas, o deputado declarou não ter “nenhum espelho” no Congresso. “Não tenho ídolo na política. Eu admiro muito o Lula e confio muito na presidente Dilma”, revelou. Tiririca garantiu também que, depois de um ano de atividade, entendeu finalmente o que faz um deputado. “Quando eu cheguei, nos primeiros meses, foi difícil pra caramba. Foi tudo muito novo para mim, complicado. Fui pegando o jeito e hoje estou tranquilo. Estou até feliz”, disse.
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
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