Jequié vai investir mais de R$ 3.320.000,00 (três milhões, trezentos e vinte mil reais) em reformas e ampliações em unidades básicas de saúde. A Prefeitura Municipal acaba de ter suas propostas de reforma e ampliação de 18 unidades de saúde aprovadas junto ao Ministério da Saúde. A verba será investida na cidade e na zona rural. Inicialmente, as obras serão realizadas nos centros de saúde Jequié, Júlia Magalhães e Sebastião Azevedo. Belmiro Matos afirma que as propostas foram elaboradas pela Prefeitura de Jequié e encaminhadas diretamente ao Ministério da Saúde. “Gostaríamos de dizer que os méritos desse trabalho são da nossa equipe que elaborou as propostas e lutou, sem intermediários, pela sua aprovação. O trabalho foi tão positivo que a primeira parcela dos recursos, 10% do total, deverá ocorrer, por parte do Governo Federal, ainda neste ano de 2011, para a composição do processo de licitação e outras providências”, frisou o secretário. Serão beneficiadas as seguintes unidades: Centro de Saúde Jequié, Centro de Saúde Júlia Magalhães, Centro de Saúde Sebastião Azevedo e as Unidades de Saúde da Família Milton Rabelo, Waldomiro Borges, Aurélio Schiarretta, Giserlando Biondi, Senhoria Ferreira de Araújo, Odorico Costa, Gilson Pinheiro, Amando Borges de Souza, Antônio Carlos Martins, João Caricchio Filho, Ildefonso Guedes, José Maximiliano, Padre Hilário e Tânia Brito.
(crédito: Pedro França/Agência Senado) O líder do governo no Senado e relator da PEC dos Precatórios, Fernando Bezerra (MDB-PE), discordou da intenção do presidente Jair Bolsonaro de usar parte do espaço fiscal que será aberto com a eventual aprovação do texto para conceder reajustes a todos os servidores federais. O parlamentar afirmou que o esforço do Congresso em torno da matéria "não é para atender reajuste de servidores e, sim, os mais pobres do Brasil". A PEC dos Precatórios é a aposta do governo para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400, em substituição ao Bolsa Família. O texto, já aprovado pelos deputados, adia o pagamento de mais da metade dos R$ 89 bilhões previstos para serem quitados no ano que vem em precatórios — dívidas da União reconhecidas pela Justiça — e amplia o teto de gastos. O objetivo do Ministério da Economia é abrir uma folga fiscal de R$ 91,6 bilhões no orçamento do próximo ano. "Eu acho muito difícil (conceder reajuste aos servidores). Nós est...
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