O meio-campista Marcelinho Paraíba, atualmente no Sport, mas
com passagens por Flamengo, São Paulo, Grêmio e futebol europeu, deu uma
entrevista coletiva, na tarde desta quinta-feira, na Ilha do Retiro, estádio de
seu clube, sobre a polêmica causada por uma acusação de estupro, que ocasionou
sua prisão. Para o veterano, tudo não passa de armação: "As acusações não
são verdadeiras, eu sou inocente. É tudo armação, o delegado foi ao sítio sem
ser convidado. Por volta das 4h, ele saiu, disparou um tiro e me deu voz de
prisão. Só soube de tudo quando cheguei à delegacia", explicou o jogador,
acusando o delegado Rodrigo Rego Pinheiro, irmão da suposta vítima, de tentar
incriminá-lo. A confusão ocorreu durante uma festa na casa do jogador, em
Campina Grande, na Paraíba. O delegado e a irmã estariam na festa, mas o
próprio acusador confirmou que não ouve ato sexual entre Marcelinho Paraíba e a
suposta vítima. O jogador agradeceu o apoio do clube pernambucano: "Quero
pedir desculpas às crianças, aos torcedores do Sport e ao povo brasileiro por
esse tipo de situação. Que isso sirva de lição. Quero agradecer à direção do
Sport por não ter me abandonado". O advogado do jogador, Afonso Villar,
atacou a Polícia Civil da Paraíba, que, segundo ele, teria agido de maneira
corporativista: "Devido à fragilidade do conjunto de provas, o Marcelo foi
solto. Hoje não existe nenhum processo contra o Marcelo. Caso o processo seja
arquivado, não deixaremos isso passar em branco. Por sinal, se o Marcelo não
tivesse sido solto, estaria numa cela com um rigor superior, pois o crime em
questão é o de estupro. Marcelinho é vítima do corporativismo dos
policiais", prometendo uma reação por parte do jogador. (JB)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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