A Justiça do Egito decretou, nesta terça-feira (27), o fim dos testes forçados para verificar a virgindade das prisioneiras. A ação judicial pedindo o fim do procedimento foi apresentada por Samira Ibrahim. Ela disse ter sido forçada a se submeter ao exame no último mês de março, após ter sido presa em uma manifestação na praça Tahrir, na capital Cairo. Para organizações de defesa dos direitos humanos, que atuam na região, muitos outros testes como este podem ter sido realizados por militares. A decisão foi comemorada por centenas de ativistas que participaram da audiência no tribunal.
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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