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Prefeitura de Jequié começa a fazer o pagamento do salário do mês de novembro
nesta quinta-feira (01/12/2011), obedecendo ao Calendário dos Servidores
Municipais. Já a partir do dia 12 deverá ter início o pagamento da segunda
parcela do 13º. A primeira parcela, equivalente a 50% do valor, foi paga em
junho, antes do São João. O IPREJ (Instituto de Previdência dos Servidores
Municipais de Jequié), a exemplo dos anos anteriores, também vai antecipar o
pagamento do décimo terceiro aos servidores aposentados, pensionistas e
afastados. Quanto ao salário relativo ao mês de dezembro, a tabela dos
servidores municipais estabelece pagamento a partir do primeiro dia útil de
janeiro de 2012. Nesse período, com o pagamento das folhas de novembro, 13°
salário e dezembro, a Prefeitura de Jequié e o IPREJ estarão injetando mais de
R$ 15,9 milhões na economia jequieense, sendo R$ 8 milhões correspondentes ao
salário de novembro e o décimo terceiro dos servidores, R$ 1,9 milhão do IPREJ,
e cerca de R$ 6 milhões do salário de dezembro.De acordo com o secretário da
Fazenda, Givaldo Barros, a orientação do prefeito Luiz Amaral é a de respeitar
o calendário de pagamento. “O que fizemos durante o ano inteiro foi um grande
esforço para que esse legítimo direito do servidor público do município de
Jequié seja cumprido pela ação firme da administração municipal”, destacou o
secretário ao comentar a situação de dificuldade que muitas prefeituras
brasileiras enfrentam. Ainda nesse contexto de contribuir para o
aquecimento das vendas no comércio local, a Prefeitura de Jequié, através da
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, firmou, mais uma vez, parceria
com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e com a Associação Comercial, que
estabelece total contribuição com a Campanha Natalina, que visa atrair
consumidores. Uma das atribuições da Prefeitura é a ornamentação das
principais ruas do centro comercial que deverá ser inaugurada nas próximas
horas. O ponto alto da decoração é a Praça Ruy Barbosa, a principal da cidade.
Para aumentar as vendas, também foi lançada uma grande campanha com sorteio de
valiosos prêmios entre os consumidores que fizerem suas compras nas empresas
credenciadas.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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