A implantação da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) deve ocorrer em 50 municípios baianos até o final de 2012. A cidade de Jequié, no sudoeste do estado, já aderiu ao sistema, que está em fase de instalação em Alagoinhas, Cruz das Almas, Eunápolis, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Santo Antonio de Jesus, Serrinha, Vitória da Conquista e Feira de Santana, onde deve começar a funcionar em fevereiro do próximo ano. A Redesim é um sistema criado pelo governo federal para agilizar os procedimentos burocráticos de legalização de empresas nas juntas comerciais e facilitar a vida dos empreendedores. “O processo de abertura, fechamento, alteração e legalização de empresas tende a ser totalmente integrado em um único ambiente virtual já a partir de 2012”, afirmou Francisco Nobre, coordenador de Comércio e Assuntos Tributários da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração. Nobre acredita que a Redesim facilitará a vida tanto dos empreendedores quanto dos municípios. “Ganha o cidadão, porque passa a realizar todo o processo em menos tempo e em um único lugar. E ganham as prefeituras, pois passam a ter transparência e rapidez na legalização das empresas, obtendo ainda um incremento na arrecadação com a eliminação de empresas fantasmas”, explica.
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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