Uma adolescente de 17
anos salvou a vida de uma recém-nascida na última terça-feira (29) com a ajuda
de um sargento do Corpo de Bombeiros, em Campo Grande, na zona oeste do Rio de
Janeiro. Lídia Sílvia Brito fez respiração boca a boca na criança que nasceu
aos oito meses de gestação. O parto aconteceu na sala da casa da gestante,
disse a adolescente. - Quando entrei na casa
vi a mãe e a criança, que nasceu na sala. Ela não estava respirando e aí liguei
nos bombeiros para que eles me ajudassem, não tenho nenhum curso [de
salvamento]. Lídia disse que a vizinha
pediu ajuda e sua mãe pegou o carro para buscar socorro. No entanto, quando ela
entrou na casa, a criança já havia nascido. Sem ter tempo “para pensar
direito”, a adolescente logo ligou para o Corpo de Bombeiros. - Não deu tempo de pensar
em nada. Justo eu, que não posso nem ver sangue. Mas a menina não conseguia
respirar. Ele [bombeiro] me disse para fazer a respiração e dar tapinhas nas
costas. Do outro lado da linha
estava o sargento Carlos Giovanni de Carvalho, de 41 anos, 22 deles de trabalho
nos bombeiros. Acostumado a fazer salvamentos, graças ao curso de socorrista,
Carvalho não hesitou em orientar a jovem a salvar a criança. - Na hora pensei na minha
filha [hoje com 17 anos], como se ela estivesse naquela situação. Mas, a Lídia
foi muito firme, guerreira, não ficou nervosa e seguiu todas as orientações. Carvalho disse que o
controle de Lídia foi fundamental no salvamento, já que a mãe da recém-nascida
estava muito nervosa com a situação. - No primeiro
procedimento que ela fez a criança não voltou a respirar e ela [Lídia] seguiu
firme até o bebê respirar. Nesta quinta-feira (1º),
Lídia foi até o 13º Batalhão do Corpo de Bombeiros para conhecer Carvalho, o
que emocionou o sargento. - Foi legal. É difícil
alguém aparecer aqui para agradecer a agente. Lídia foi por duas vezes
ao batalhão procurar o sargento. Só o encontrou na segunda vez, nesta quinta. - Foi como conhecer um
anjo que salvou um bebê. (R7)
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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