O ministro Cezar Peluso colocou na pauta do
Supremo Tribunal Federal (STF) para a a quarta-feira (9), o julgamento da
validade da Lei da Ficha Limpa, de acordo com informações da Agência Estado. Os
ministros do Supremo consideram fundamental que a Corte se posicione com
antecedência sobre o assunto, para evitar que ocorra novamente o quadro de
incerteza da eleição de 2010. Os eleitores votaram em 2010 sem saber se
políticos condenados e cassados tinham o direito de se candidatar. Apenas em
março, o tribunal concluiu que a legislação não valeu porque não foi aprovada
com pelo menos um ano de antecedência. De acordo com a Constituição Federal,
modificações desse tipo têm de ser feitas pelo menos um ano antes. O ministro
Luiz Fux, relator do processo, garantiu que as eleições serão realizadas com a
população sabendo o que pode e o que não pode fazer, quem pode se candidatar e
quem não pode se candidatar. "Vou julgar todas as questões. Serão saciadas
todas as dúvidas", disse. Ao contrário do que ocorreu em março, quando o
tribunal analisou apenas o aspecto temporal da lei, neste novo julgamento o STF
examinará pontos específicos da norma. Entre eles, a possibilidade ou não de um
político ser punido com inelegibilidade antes de uma condenação definitiva da
Justiça. (Bahia Notícias)
Brasília - Dos 35 sindicatos estaduais de trabalhadores dos Correios, quatro já rejeitaram, em assembleias feitas hoje (5), a proposta de acordo fechada ontem (4) em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A informação é do secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva. Ele acredita que a posição final dos trabalhadores, que só será conhecida no final da tarde, será pela continuidade da paralisação. Para que a greve seja encerrada amanhã, as condições acordadas entre a empresa e os trabalhadores devem ser aprovadas por pelo menos 18 sindicatos da categoria. Até agora, os sindicatos de Brasília, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais rejeitaram o acordo. Se essa posição for mantida pela maioria dos sindicatos, o processo será encaminhado a um relator e será julgado pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos na próxima segunda-feira (10). O acordo fechado o...
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