A Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o Projeto de Lei 7209/10, do
deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que obriga o Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) a informar por escrito ao segurado, ao final do procedimento, o
resultado da perícia médica para concessão de auxílio-doença. O relatório
deverá conter a caracterização do benefício como acidentário (acidente ou
doença do trabalho) ou previdenciário (doença comum). Atualmente, a legislação
não prevê um meio para informar o cidadão que solicita o benefício. Aprovada em
caráter conclusivo, a proposta será enviada para o Senado, a menos que haja
recurso para que seja analisada pelo Plenário. O relator,
deputado João Paulo Lima (PT-PE), recomendou a aprovação do texto com emendas.
Ele destacou que a Constituição garante o direito do cidadão a ter informação
sobre seus dados pessoais. As emendas dão mais clareza à redação da proposta,
deixando claro que, após a perícia médica, cópia do laudo será entregue ao
segurado. A proposta aprovada determina ainda que o auxílio-doença seja
concedido sempre por prazo determinado. Ao fim de cada período, deverá ser
feita nova perícia até que se prove a recuperação do paciente. O auxílio-doença
é devido ao segurado que permanecer afastado do trabalho ou da sua atividade
habitual por mais de 15 dias seguidos. Informações do Jornal da Câmara.
(Reprodução) A combinação de cortes no valor e inflação fez com o que o auxílio emergencial perdesse até 78,7% do poder de compra da cesta básica na região metropolitana de São Paulo desde que o programa foi criado, em abril de 2020. Na época, as famílias recebiam R$ 600 ou R$ 1.200, dependendo do caso. Com o valor mínimo (R$ 600), dava para comprar uma cesta completa de itens essenciais para a alimentação familiar (R$ 556,25), e ainda sobrava um pouco. O auxílio sofreu cortes e, agora, paga R$ 150, R$ 250 ou R$ 375. Além disso, a cesta básica subiu 16,9%. Com o valor mínimo de R$ 150, dá para comprar só 23% de uma cesta básica (R$ 650,50), segundo os dados mais recentes, de agosto de 2021. Os valores da cesta básica são calculados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor de R$ 1.200 era pago no ano passado a mulheres que sustentam o lar sozinhas. Dava para bancar duas cestas básicas e ainda sobravam R$ 87,50. Agora, essas m...
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