Oito homens armados e encapuzados assaltaram a agência dos Correios de Buritirama, a 720 km de Salvador, na manhã desta segunda-feira (3). Eles chegaram à cidade por volta de 10h após roubar um veículo de uma empresa que presta serviços à Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba). Enquanto uma parte do grupo rendia funcionários dos Correios e do Banco do Bradesco - uma agência postal que funciona dentro do prédio dos Correios -, o outro fez um cordão humano com cerca de 20 clientes em frente às agências, que ficam no mesmo prédio, para impedir a aproximação de policiais militares. A quadrilha conseguiu levar o dinheiro disponível nos Correios, mas não conseguiu assaltar o Bradesco, pois a chave do cofre, segundo a delegacia do município, fica em outra cidade. A ação durou cerca de uma hora. O valor roubado ainda não foi inventado pela empresa, segundo o delegado Mirosvaldo Menezes. "Devo ouvir o gerente dos Correios esta terça", diz. Na fuga, os bandidos levaram como reféns o gerente do Bradesco, três funcionários dos Correios e um cliente, que foram sendo liberados gradativamente em povoados da cidade. "Eles iam soltando os reféns aos poucos para se manter com certa segurança", explica o delegado. Também na fuga, o grupo abandonou o veículo roubado da empresa Premium e roubou outro carro, uma S10, que pertence a um funcionário dos Correios. Segundo o delegado Menezes, os bandidos estão sendo perseguidos até agora por policiais militares de Buritirama e de Barra. "A gente acredita que eles sejam de Barreiras, porque Barreiras e região têm uma fábrica de assaltantes de banco já conhecidos. Geralmente, os assaltos que acontecem da região, os bandidos vêm de lá", diz o delegado, que acredita que os assaltantes estejam fugindo justamente em direção a Barreiras. (Correio)
A presidente Dilma Rousseff não quer nem saber da proposta de regulamentação da mídia aprovada no final de semana, em Brasília, pelo PT. De acordo com informações dos bastidores do Planalto, a presidente repudia, por princípio, a moção e teme que as propostas afetem o apoio conquistado por seu governo entre as famílias de classe média. Segundo informações de assessores ao Estadão, a posição da petista sobre os meios de comunicação continua a mesma do período da campanha eleitoral. Em várias declarações sobre o tema feitas na época, a presidente afirmou que o único controle de mídia que ela leva em consideração é o “controle remoto, para mudar de programa na TV”. “Não conheço outro tipo”, costuma repetir.
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