Em reunião ordinária da Ordem dos Pastores Evangélicos de Jequié (OPEJ), realizada na segunda-feira (10) na Igreja Presbiteriana Renovada de Jequié, os ministros evangélicos deliberaram em agendar uma reunião com o prefeito Luiz Amaral, para cobrarem do executivo municipal a realização de um evento evangélico em praça pública, com o apoio financeiro do município. O Pastor Donato Prado, presidente da OPEJ, comentou que entre as prefeituras da região, com maior número de evangélicos Jequié é, até o momento a única que não realiza um evento público direcionado aos protestantes. Foi apresentada na reunião os valores investimentos feitos pelas prefeituras no mês de setembro deste ano, na promoção de eventos evangélicos: Itagi (14 mil habitantes), R$ 14 mil; Ipiau (44 mil habitantes), R$ 60 mil; Gandu (30 mil habitantes), R$ 200 mil; Barra do Rocha (7 mil habitantes), R$ 40 mil; Ubaitaba (23 mil habitantes), R$ 120 mil; Maracás (24 mil habitantes), R$ 70 mil e Itacaré (28 mil habitantes), R$ 140 mil, enquanto que Jequié, com mais de 150 mil habitantes não registra nenhum investimento no mesmo período. Na reunião, ficou deliberado além do agendamento da audiência com o prefeito a realização de uma grande manifestação pacífica com o objetivo de sensibilizar a equipe da administração. Foi citado que o Censo 2010 revelou que o município de Jequié, tem mais de 40 mil evangélicos, “30% população do município é formada por evangélicos e nós também merecemos um evento à altura da nossa representatividade”, disse o Pr. Donato. (Jequié Repórter)
A presidente Dilma Rousseff não quer nem saber da proposta de regulamentação da mídia aprovada no final de semana, em Brasília, pelo PT. De acordo com informações dos bastidores do Planalto, a presidente repudia, por princípio, a moção e teme que as propostas afetem o apoio conquistado por seu governo entre as famílias de classe média. Segundo informações de assessores ao Estadão, a posição da petista sobre os meios de comunicação continua a mesma do período da campanha eleitoral. Em várias declarações sobre o tema feitas na época, a presidente afirmou que o único controle de mídia que ela leva em consideração é o “controle remoto, para mudar de programa na TV”. “Não conheço outro tipo”, costuma repetir.
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