O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou nesta segunda-feira (17) que recebeu apenas uma vez o policial militar João Dias Ferreira, que o acusa de receber propina em contratos firmados na pasta. Segundo ele, o encontro aconteceu quando era secretário-executivo da pasta e se deu a pedido do então ministro, Agnelo Queiroz, atual governador do Distrito Federal (DF). - A única vez que encontrei este caluniador foi no Ministério do Esporte. Eu era secretário-executivo do Agnelo, que me recomendou que recebesse e firmasse o convênio. Segundo ele, a conversa com o policial militar aconteceu entre o final de 2004 e início de 2005. Os convênios com a associação de João Dias e a federação brasiliense de Kung Fu, presidida por ele, foram firmados em 2005 e 2006. Silva afirmou que o convênio foi celebrado devido à “experiência da entidade” em um trabalho social na cidade de Sobradinho (DF). Orlando Silva reiterou suas declarações de inocência em relação à acusação de recebimento de propina. Ele voltou a chamar Dias de “bandido”, disse que sua honra foi ferida e que deseja “restabelecer a verdade”. Além disso, destacou as medidas tomadas de pedir investigação junto à Polícia Federal e ao Ministério Público. Informou, ainda, ter pedido para apresentar pessoalmente suas explicações à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. (R7)
O procurador da República Julio José Araujo Junior, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, pediu à Justiça Federal que aplique multa de R$ 100 mil à União após o presidente Jair Bolsonaro “realizar caminhadas em cidades satélite do Distrito Federal” neste domingo, 29. Ele também pede a majoração da multa para R$ 500 mil caso o presidente repita o gesto. O pedido de Araujo Junior se baseia em tutela de urgência de ação civil concedida pela 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ) que determinou à União que se abstivesse de estimular a “não observância do isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde”. Araujo Junior anotou. “A postura da Presidência da República aponta para o descumprimento do item 4 da decisão proferida por esse juízo, que ressaltou a necessidade de abstenção da União de adotar qualquer estímulo à não observância do iso...
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