O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou nesta segunda-feira (17) que recebeu apenas uma vez o policial militar João Dias Ferreira, que o acusa de receber propina em contratos firmados na pasta. Segundo ele, o encontro aconteceu quando era secretário-executivo da pasta e se deu a pedido do então ministro, Agnelo Queiroz, atual governador do Distrito Federal (DF). - A única vez que encontrei este caluniador foi no Ministério do Esporte. Eu era secretário-executivo do Agnelo, que me recomendou que recebesse e firmasse o convênio. Segundo ele, a conversa com o policial militar aconteceu entre o final de 2004 e início de 2005. Os convênios com a associação de João Dias e a federação brasiliense de Kung Fu, presidida por ele, foram firmados em 2005 e 2006. Silva afirmou que o convênio foi celebrado devido à “experiência da entidade” em um trabalho social na cidade de Sobradinho (DF). Orlando Silva reiterou suas declarações de inocência em relação à acusação de recebimento de propina. Ele voltou a chamar Dias de “bandido”, disse que sua honra foi ferida e que deseja “restabelecer a verdade”. Além disso, destacou as medidas tomadas de pedir investigação junto à Polícia Federal e ao Ministério Público. Informou, ainda, ter pedido para apresentar pessoalmente suas explicações à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. (R7)
Após as fortes chuvas que atingiram a cidade de Brumado, região sudoeste da Bahia, na quinta-feira (24), um grande buraco foi aberto na Travessa Oflávio Torres, conhecida como Ladeira do Cinema, no centro do município. Por conta do acúmulo de água, o buraco foi encoberto e pelo menos dois motoristas foram prejuízos ao caírem na cratera. Os veículos foram retirados com ajuda de policiais militares e moradores da cidade. De acordo com o secretário de Infraestrutura de Brumado, André Luis Dias Cardoso, uma equipe da Prefeitura foi enviada ao local na manhã desta sexta-feira (25) e o reparo na via deve ser concluído ainda hoje. Sobre os danos nos veículos, o secretário disse que "os condutores devem acionar a Justiça para, a partir da decisão judicial, a Secretaria responder e, se for responsabilizada, bancar os prejuízos dos condutores". (G1)
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